Um OVNI foi de encontro a um outro objeto subaquático maior, diz relatório de agências governamentais - Aparentemente existe algo grande acontecendo nos oceanos da Terra

22/05/2018 09:39

Os pilotos relataram uma grande perturbação logo abaixo da superfície do oceano, redonda e com 100 metros de diâmetro. Parecia que o OVNI (conhecido como Tic Tac) estava se encontrando com um outro objeto imenso submerso.

 
 
Vídeos capturados por pilotos militares causaram um impacto na mídia nos últimos seis meses, mas o que eram esses objetos no céu?
 
O I-Team obteve um relatório detalhado, preparado por e para os militares, e analisa o chamado OVNI "Tic Tac" usando os sistemas de sensores mais sofisticados do mundo.
 
Em um período de duas semanas, no final de 2004, um objeto desconhecido de 14 metros de comprimento, brincava de gato e rato com a Marinha dos EUA na costa da Califórnia. O poderoso porta-aviões Nimitz dos EUA e seus navios de apoio, incluindo os U.S.S. Princeton, carregando os mais sofisticados sistemas de sensores do mundo, detectou repetidamente vislumbres recorrentes do OVNI Tic Tac.
 
Em 14 de novembro, os F-18 foram ordenados para a área e viram o objeto de perto. O piloto veterano Dave Fravor, comandante da unidade de elite Black Aces, diz que o objeto misterioso reagiu à presença dos F-18 e decolou como uma bala disparada de uma arma.
 
O piloto da marinha David Fravor, agora aposentado, disse:
 
'Isso decolou como nada que eu já vi. Um minuto estava aqui, e de repente se foi.'
 
Na explosão de interesse da mídia que se seguiu à divulgação do vídeo do 'Tic Tac' pelo Pentágono, juntamente com gravações de outros dois encontros, o Comandante Fravor expressou a opinião de que a tecnologia era muito mais avançada do que qualquer outra conhecida na Terra.
 
Mas nos meses desde o lançamento, o Pentágono se fechou. Ele se recusou a divulgar documentos oficiais sobre o encontro do Nimitz com o OVNI Tic Tac, ou incidentes semelhantes.
 
Luis Elizondo, ex-oficial de inteligência do Pentágono, disse:
 
Há muitas incidências do Nimitz igualmente convincentes, que são narradas a partir dos olhos de pessoas como o Comandante Dave Fravor.
 
Elizondo não está autorizado a divulgar essas informações, mas o I-Team obteve algumas delas de qualquer maneira. No início deste ano, fizemos uma viagem rápida a Washington para um interrogatório organizado pelo ex-senador Harry Reid. Enquanto estava em D.C., o I-Team obteve cópias de documentos não classificados relacionados aos encontros com OVNIs, inclusive o Tic Tac. A análise foi compilada em 2009 com contribuições de várias agências. Isso confirma que o grupo Nimitz teve várias interações com os veículos aéreos anômalos.
 
O relatório relaciona os sensores avançados envolvidos no momento, AN / SPY, capazes de rastrear uma bola de golfe a 100 milhas (160 km), a aeronave E-2C Hawkeye Airborne Early Warning, bem como radares de bordo e sensores em múltiplos F-18s que interagiram com o OVNI Tic Tac, e com uma outra coisa.
 
Os pilotos relataram uma grande perturbação logo abaixo da superfície do oceano, redonda e com 100 metros de diâmetro. Parecia que o OVNI (Tic Tac) estava se encontrando com um outro objeto imenso submerso.
 
Entre as principais conclusões do relatório – o OVNI não é algo que pertence aos EUA ou a qualquer outra nação. Ele era tão avançado que tornou as capacidades dos EUA ineficazes. Mostrava velocidades muito maiores do que qualquer coisa conhecida, e podia se tornar invisível, tanto para o radar quanto para o olho humano. Essencialmente, era indetectável e inatingível.
 
 
 
O relatório inclui declarações de sete pilotos do F-18, bem como operadores de radar nos navios. O relatório inicial da Marinha foi enterrado, não encaminhado para o comando. Foi decidido que o OVNI não era uma ameaça. 
 
Cinco anos depois, uma avaliação mais abrangente foi compilada, mas nunca foi tornada pública e foi vista por poucos, mesmo dentro do Pentágono.
 
O ex-oficial de inteligência Chris Mellon opinou no Washington Post que a falta de vontade do Pentágono de discutir esses encontros ou compartilhar informações com outros ramos militares é uma ameaça à segurança nacional, comparável ao que a CIA e o FBI não compartilharam antes do 11 de setembro.

 

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