Um dos mais importantes casos ufológicos, envolvendo uma prova direta de um vestígio de pouso.

Esse é um dos mais surpreendentes casos de OVNIs envolvendo provas e varias testemunhas: "uma nave menor saiu de dentro da maior, entrou no pátio e foi de uma janela à outra"

 
 
Este episódio, que teve lugar perto de Chapeau, na Ilha de Allumette, situada a setenta e cinco milhas a oeste de Ottawa, durante a primavera de 1969, provou ser o mais espetacular de uma onda de observações relatadas na região de Pembroke, no vale de Ottawa, naquela primavera.
 
Nas primeiras horas da manhã de 11 de maio de 1969, o fazendeiro Leo Paul Chaput assistiu a aterrissagem de uma nave de aparência estranha na sua fazenda. Despertado pelos latidos de seu cão, por volta das duas horas da madrugada, ele notou uma luz brilhante que cintilava através de uma de suas janelas. Olhando para o lado de fora, ficou atônito ao ver um objeto parecido com uma cúpula pousado no solo, a não mais de quinhentos pés de largura e parecia-se um pouco com os capacetes militares usados pelo exercito Frances durante a Segunda Guerra Mundial.
 
Enquanto Mr. Chaput observava, a luz saída do misterioso aparelho feriu-lhe os olhos, obrigando-o a tampá-los por alguns instantes. Quando tornou a olhar, segundos mais tarde, a nave tinha desaparecido deixando apenas um zumbido fraco de motor afastando-se noite adentro.
 
Após uma noite de insônia, Chaput levantou-se cedo na manhã seguinte, resolvido a explorar a área de aterrissagem. Descobriu uma impressão redonda e grande sobre o solo e que ali não se encontrava no dia anterior. A profunda marca de solo tinha o formato de uma rosca e media trinta e dois pés de largura. 
 
 
 
A vegetação não tinha sofrido nenhum dano na parte interna do circulo, mas havia depressões circulares, dispostas num desenho de um triangulo perfeito de quinze pés de largura. Estas marcas, presumivelmente provocadas por alguma forma de mecanismo de pouso, mediam cerca de oito polegadas de diâmetro e três de espessura. Esta profundidade sugeria claramente que o objeto tinha um peso considerável.
 
Chaput descobriu mais duas marcas semelhantes a uma rosca, e com a mesma dimensão e marcas triangulares idênticas, um pouco mais longe. Estas marcas talvez tivessem sido deixadas pelo mesmo aparelho ou possivelmente por outros dois dos quais não se dera conta. Um relato publicado na imprensa canadense menciona a descoberta de um indício físico a mais e assinalava:
 
"Duas arvores chamuscadas que cresciam dentro de um dos circulos, estão sendo analisadas pelo Departamento de Terras e Florestas de Ontário a fim de que possa ser identificada a origem destas queimaduras."
 
Uma verificação levada a cabo logo depois junto ao departamento (geralmente conhecido como Departamento do Meio Ambiente) revelou que:
 
"As árvores, uma delas um balsamo, a outra um pinheiro, não foram remetidas ao Departamento de Terras e Florestas de Ontário. Ao contrário, foram enviadas ao Departamento de Meio Ambiente de Quebec, de vez que a localidade de Chapeau está sob jurisdição. Infelizmente, quaisquer tentativas feitas no sentido de conhecer os resultados dos testes em Quebec, se é que houve algum, demonstraram-se infrutíferas".
 
Quatro meses mais tarde, uma garçonete no Hotel Chez Charles, em Chapeau, teve um encontro assustador com um UFO grande e intermitente. 1º de setembro, às três da madrugada, Pauline Oullette, de dezenove anos, ficou assombrada com a aparência de uma estranha nave que flutuava sobre a área de estacionamento do hotel. Segundo suas próprias palavras, o objeto vermelho e branco:
 
"Piscava durante algum tempo, depois parava de piscar e ficava branco... Vi-o a não mais de seis pés de onde me encontrava e era real... uma nave menor saiu de dentro da maior, entrou no pátio e foi de uma janela à outra".
 
Confusa com a observação, Miss Oullette correu de volta ao abrigo do hotel de onde ela e mais duas pessoas observaram aquele objeto de aspecto curioso. Devido à luminosidade intensa, as testemunhas não conseguiram distinguir a sua verdadeira forma. Segundo as outras duas testemunhas, John Stott e Bob McLaughlin, ele fazia:
 
 
 
"Um barulho semelhante a um zumbido, era verde e prateado quanto à cor e tinha uma antena, com três pés de comprimento, que se projetava de um dos lados".
 
As duas naves inesperadamente abandonaram o local sem deixar sinais aparentes.