Historiadores notaram que o desaparecimento da civilização maia parece corresponder ao fim do ciclo do calendário deles

No auge, a população do período clássico maia chegou a 20 milhões de pessoas, mas depois do misterioso colapso não se tem o paradeiro de 95% da população

 
 
Parque Nacional Tikal, Guatemala: Aqui, nas profundezas da selva do norte da América Central, ficam as ruínas de uma das maiores cidades do período clássico maia. 
 
Misteriosamente seus locais sagrados foram abandonados um após o outro sem nenhuma explicação muito clara. Entre esses locais esta Palenque, Copán e Tikal... 
 
Ed Barnhart (Diretor, Explorador Maia): Tikal foi talvez a maior cidade de todo período da cultura clássica maia. Foi uma das ultimas cidades que foram abandonadas. 
 
Estudiosos acreditam que em seu auge, a população do período clássico maia chegou a 20 milhões de pessoas, mas depois do misterioso colapso não se tem o paradeiro de 95% da população
 
Erich von Daniken (Autor, Chariots of the Gods?): Ainda não sabemos porque eles deixaram as cidades. Mas desapareceram de repente, e não foi uma guerra, porque não existem sinais de guerra e nem de destruição. Foram embora, e não sabemos nem porque nem para onde foram. 
 
Logan Hawkes (Autor, Ancient Mysteries of the Americas): Fica a pergunta, porque, para onde foram e porque abandonaram as cidades. É claro que apareceram muitas explicações praticas, pode ter sido por super população, pode ter sido uma seca ou o desmatamento e por ai a fora. Mas ainda é muito estranho, como tanta gente desapareceu mais ou menos ao mesmo tempo?
 
Historiadores notaram que o desaparecimento do período clássico maia parece corresponder ao fim de um ciclo do calendário deles.
 
Ed Barnhart (Diretor, Explorador Maia): Parece que a classe sacerdotal produziu um calendário chamado de 'contagem longa'. Não temos certeza de porque criaram esse calendário, mas seu período parece que quer medir o tempo entre grandes eventos. Os maias baseavam suas vidas no calendário de contagem longa. 
 
Os maias construíram um calendário de contagem longa que cobria 5.125 anos, ou um grande ciclo. O calendário foi depois dividido em 13 unidades de mais ou menos 400 anos chamadas Baktuns. No fim de cada Baktun os maias faziam grandes celebrações. Mas curiosamente não celebraram o fim do décimo Baktun. 
 
 
 
Ed Barnhart (Diretor, Explorador Maia): O calendário maia tem essa importante unidade chamada Baktun, períodos de 400 anos. Um deles terminou no ano 830, e deveriam ter celebrado isso. Mas sabemos que, em Tikal por exemplo, não houve celebração no fim do décimo baktun.
 
Logan Hawkes (Autor, Ancient Mysteries of the Americas): Os maias foram os maiores guardiões do tempo de qualquer civilização, em qualquer lugar do mundo. Então se entendiam tanto de tempo e sabiam quando fazer as coisas, seu desaparecimento das cidades não terá sido planejado segundo o seu calendário? Os maias de hoje, sobreviventes até hoje, dizem que seus antepassados foram para casa, mas onde fica essa casa? 
 
Será que o calendário de contagem longa estava medindo o tempo para uma data pré-fixada? Mais precisamente combinando com o tempo de seu desaparecimento? 
 
Teóricos dos antigos astronautas notaram que as 7 piramides mais importantes da praça central da cidade estão no padrão geométrico das 7 estrelas chamadas plêiades. Um aglomerado de estrelas venerado por antigas culturas no mundo inteiro. 
 
David Wilcock (Autor, The Ascension Mysteries): Muitos dos monumentos maias contem inegável alinhamento celeste com as estrelas do aglomerado das plêiades. Será possível que essas civilização tenha vindo originalmente das plêiades? Pode ser por isso que incluíram as plêiades em seus monumentos tantas vezes e depois, quando chegou o momento, voltaram para casa. 
 
Nick Redfern (Autor, Final Events): Hoje, pela teoria da abdução, muita gente diz que, quem seus sequestradores alienígenas vieram das plêiades. Então parece que temos um cenário possível em que, entidades das plêiades visitaram a Terra e interagiram com os humanos por milhares de anos. 
 
Linda Moulton (Investigative Journalist): Os maias não foram embora por causa da seca, foram porque foi uma espécie de coleta, foi um tipo de experimento. Os maias foram para algum lugar e alguém os levou desse local, da Terra. Foi o fim de um ciclo do calendário longo, e o começo de outro ciclo do calendário. Isso foi muito importante para alguma inteligencia de fora deste mundo. 
 
 
 
Será que o colapso da sociedade do período clássico maia se deveu a uma possível abdução em massa como sugerem alguns teóricos dos antigos astronautas? E os sacerdotes e governantes maias faziam contagem regressiva para esse grande evento?
 
Alienigenas do Passado