Tudo sobre o incidente da Nimitz: Se essas coisas forem hostis não existe nada para ser feito

 
 
 
Kevin Day disse que o sistema do navio rastreou os objetos não identificados caindo direto na atmosfera e voando para o sul, no que parecia ser uma formação organizada: "Se contasse quantos tinham, com certeza tinha mais de 100."
 
Por 8 anos Luis Elizondo coordenou o 'Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais' (AATIP), uma unidade secreta do Pentágono que investigava OVNIs. Hoje ele trabalha com uma equipe de ex-membros do governo reunida por Tom Delonge. A missão deles? Revelar o que eles alegam ser a verdade sobre OVNIs e estão começando pelo incidente Nimitz. Uma historia que nunca foi contada por completo, pelo menos até agora.
 
Luis Elizondo e Tom Delonge vão de carro até um determinado local em Oregon entrevistar uma pessoa chave sobre o evento Nimitz (o local exato não pode ser revelado no documentário).
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): O nome da pessoa com quem vamos conversar é Kevin Day, ele estava abordo do USS Princeton no dia do incidente Nimitz. Hoje ele decidiu revelar tudo que sabe, ele disse que viu uma coisa, que vivenciou algo que foi realmente marcante. 
 
Tom Delonge: Vai ser muito interessante se ele confirmar alguns dos depoimentos do piloto. 
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): Kevin Day é a primeira pessoa que notou essas anomalias no céu (no incidente Nimitz). E quanto mais nos afastamos da cidade de carro para encontrar essa pessoa, mais eu percebo que se trata de uma pessoa que decidiu se esconder. 
 
Eles estão a caminho de uma das entrevistas mais importante sobre um OVNI que foi supostamente visto por muitos.. 
 
Esse veterano da marinha diz que tem novas informações sobre oque aconteceu.
 

Inicio da entrevista e grandes revelações

 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): O senhor (Kevin Day) era chefe sênior da marinha, e não da para chegar a esse posto a não ser que seja realmente muito bom. O propósito dessa entrevista é entender sua perspectiva, mas é claro que não vamos sacrificar a segurança nacional. Eu não vou perguntar nada confidencial nem pedir que forneça informações confidenciais ou sensíveis. Então do inicio ao fim me conte sua história.
 
Kevin Day: Nós estávamos perto do litoral de San Diego, o Grupo de Ataque do Nimitz se preparava para iniciar a missão. 
 
Antes da entrevista é importante se situar na situação, e essa parte abaixo vai deixar os leitores no ponto de partida para entender o incidente
 
Novembro \ 2004 
Grupo de Ataque do Porta-Aviões USS Nimitz
160 km ao sudoeste de San Diego
 
O Princeton fazia parte de um grupo de ataque aéreo do USS Nimitz, em uma missão de treinamento a sudoeste de San Diego. Foi então que Kevin Day enviou dois pilotos para interceptar uma nave desconhecida rastreada pelo radar.
 
Piloto da Marinha dos EUA: Não voava como um avião...
 
David Fravor (Comandante, Marinha dos EUA): Tinha uns 12 metros, era branca, não tinha asas, não tinha hélices, não tinha uma ala de controles, era igual um tic tac branco. 
 
A imagem do objeto parecido com um tic tac foi capturada pela câmera de um caça.
 
Piloto da Marinha dos EUA: Foi tão angustiante, porque era muito imprevisível. 
 
Mas a historia começou 4 dias antes quando Kevin Day disse que começou a ver algo estranho em seu radar...
 
Kevin Day: Por volta da noite de 10 de novembro um monte de sinais surgiram no meu radar bem na área da Ilha de Santa Catalina, perto de Los Angeles. A principio tinha uns 10 ou 12 objetos, ver eles na tela era como ver neve caindo do céu. 
 
 
 
Day disse que o sistema do navio rastreou os objetos não identificados caindo direto na atmosfera e voando para o sul, no que parecia ser uma formação organizada numa altitude de 8 quilômetros.
 
Kevin Day: A posição relativa não mudou entre eles, eles iam devagar, 8 quilômetros a 100 nós. O que é muito estranho porque coisas que voam tão alto não voam tão devagar já que podem cair do céu.
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): Me faz um favor nesse pedaço de papel. Finja que ele é a tela, agora me mostre exatamente o que observou (imagem da representação por computador abaixo)
 
 
Kevin Day: Todos voavam a 100 nós em direção ao sul. Se contasse quantos tinham, com certeza tinha mais de 100. 
 
De acordo com Kevin Day, uma frota inteira de OVNIs estava voando livremente em meio a área de treinamento da marinha na costa oeste. 
 
O USS Princeton estava equipado com o sistema de radares mais sofisticado já visto, que fornece uma visão 3D e 360 graus de todo campo de batalha.
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): O USS Princeton era os olhos e ouvidos para todo o grupo de ataque. 
 
O sofisticado radar consegue simultaneamente rastrear centenas de objetos aéreos e identificar qualquer coisa que voe. 
 
Kevin Day: E ele eliminou o fato que poderiam ser aeronaves do grupo que estava ali, ou aeronaves inimigas de algum tipo. Nada se encaixava. 
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): E o senhor não identificou nenhum sinal familiar.
 
Kevin Day: Não. 
 
Luis Elizondo (Ex-diretor do programa avançado de identificação de ameaças aeroespaciais): Esta afirmando que as coisas eram mesmo OVNIs, objetos voadores não identificados? 
 
Kevin Day: Sim, não tenho outra palavra melhor para descrever. Eu estava muito ansioso, eu só queria interceptar aquelas coisas. O capitão voltou da área de combate e eu disse 'senhor, melhor interceptar essas coisas'. Eu foquei e fixei um dos objetos na maior tela que tinha, e de repente os objetos caíram 8 quilômetros, logo acima da superfície do oceano. Eu calculei que foi em 0,78 segundos. 
 
Se os calulos de Kevin Day tiverem corretos, o objeto que ele viu estaria voando a uma velocidade de mais de 30 vezes a velocidade do som. 
 
Depois de rastrear os objetos estranhos por dias, em 14 de novembro de 2004 a sala de radar do Princeton finalmente assumiu o controle. 
 
Kevin Day: Pegamos um dos aviões que estava saindo do porta aviões, que por acaso era voo do comandante Frevor.
 
David Fravor: O controlador do Princeton apareceu e disse "vamos suspender o treinamento, temos uma tarefa real"
 
O comandante de David Fravor e sua pilota braço direito estavam em treinamento quando receberam a ordem para interceptar. 
 
Kevin Day: Eles entraram em uma área de fusão, em que o piloto esta no campo visual do que ele estiver interceptando. 
 
Pilota (Braço direito de David Fravor): Foi imprevisível, níveis altos de velocidade e aceleração também. Então você se pergunta.. "como é possível lutar contra isso".
 
Kevin Day: E de repente no rádio ouvimos... "Meu deus, estou perto, estou perto"
 
Pilota (Braço direito de David Fravor): Eu pensei que estava prestes a ver um desastre ali. 
 
Day diz que viu o tic tac escapar dos aviões de caça subindo com um impulso incrível na aceleração. 
 
Kevin Day: Voltou do nada para 8 quilômetros.
 
Day diz que o encontro dramático foi apenas o inicio.
 
Kevin Day: Naquele momento mandamos outros aviões decolarem, tentamos interceptar varias vezes. 
 
Um dos caças conseguiu capturar imagens que se tornariam manchetes no mundo inteiro. 
 
Kevin Day: Tinha objetos vindo do céu, vários deles, estava chovendo OVNIs... 
 
Kevin Day: A forma deles de se comportar quando nos aproximávamos deixava evidente que eles não queriam ninguém seguindo. 
 
Mais tarde, na costa, Kevin Day diz que ele conversou com David Fravor, o piloto que ficou cara a cara com o OVNI. 
 
Kevin Day: Eu perguntei para ele "eai, o que houve?". E ele disse "Vou te contar, aquela coisa acabou comigo".. Isso me motivou a escrever um relatório sobre o incidente, eu tinha que documentar isso.
 
Day tentou documentar o que aconteceu, ele procurou no computador pelos dados do radar e gravações da comunicação..
 
 
Kevin Day: E o mais incrível... Tudo desapareceu, toda comunicação sobre aquela interceptação sumiu. Esse tipo de coisa deveria ser impossivel. Ou alguém pegou a gravação e a substituiu ou ela foi apagada de alguma forma. 
 
Day alega que os arquivos sumiram, mas ele conseguiu escrever uma informação muito importante. 
 
Kevin Day: Aquelas coisas tinham um destino. Elas sumiram no alcance do meu radar perto da costa da Baixa Califórnia. Tem algumas ilhas pequenas perto da costa, e bem ali elas desapareceram. 
 
Tom Delonge: E todas estavam indo para mesma latitude e longitude? 
 
Kevin Day: Todas estavam indo para o mesmo lugar. Sabe eu estava pesquisando, todos os anos, todo o dinheiro, conhecimento e talento, todo mundo ao meu redor nesse grupo de ataque, e não conseguimos fazer nada.. Se essas coisas forem hostis estamos ferrados. 
 
FONTE: HISTORY \ ÓVNIS, INVESTIGAÇÃO SECRETA