Presidente do Departamento de Astronomia de Harvard informa que de fato encontramos tecnologia avançada extraterrestre

 
 
No final de setembro, o objeto ACELEROU a cerca de 95.000 quilômetros por hora além da distância orbital de Vênus, e então, em 7 de outubro, passou pela Terra antes de “se mover rapidamente em direção à constelação de Pégaso e a escuridão além”, Loeb escreveu.. "Ele estava claramente sendo empurrado por uma força além da gravidade do Sol"
 
Quando o primeiro sinal de vida extraterrestre chegar aqui do espaço, não será uma enorme nave pairando sobre Nova Iorque. Mais provavelmente, será tecnologia descartada de uma civilização alienígena.
 
Avi Loeb, presidente do Departamento de Astronomia de Harvard, tem em mente que já encontrou parte desse 'lixo' ou tecnologia descartada.
 
Em seu próximo trabalho, “Extraterrestrial: The First Sign of Intelligent Life Beyond Earth” (“Extraterrestre: O Primeiro Sinal de Vida Inteligente Além da Terra”) (livro), que será oficialmente lançado em 26 de janeiro, o professor mostra um caso convincente de porque um objeto que recentemente percorreu por nosso sistema solar não era apenas uma simples 'pedra', mas na verdade um pedaço de tecnologia alienígena.
 
O objeto em questão (que até os dias de hoje levanta mais perguntas do que respostas) avançou em direção ao nosso sistema solar da direção de Vega, e interceptou o plano orbital do nosso sistema solar em 6 de setembro de 2017.
 
Em 9 de setembro, sua trajetória o aproximou do Sol. No final de setembro, ACELEROU a cerca de 95.000 quilômetros por hora além da distância orbital de Vênus, e então, em 7 de outubro, passou pela Terra antes de “se mover rapidamente em direção à constelação de Pégaso e a escuridão além”, Loeb escreveu no livro.
 
O misterioso objeto alienigena foi captado pela primeira vez por um observatório no Havaí contendo o Telescópio de Levantamento Panorâmico e Sistema de Resposta Rápida (Pan-STARRS) – o telescópio de mais alta definição na Terra.
 
O objeto ganhou o nome de ‘Oumuamua, que significa, mais ou menos, “batedor” em havaiano.
 
No que diz respeito aos viajantes espaciais, o objeto era pequeno (em comparação com outros viajantes), com cerca de 100 metros de comprimento, mas era muito significativo e importante para a comunidade científica - assustadoramente importante na verdade.
 
Para começar, foi o primeiro objeto interestelar já observado dentro de nosso sistema solar. A julgar pela trajetória do objeto, os astrônomos concluíram que ele não era limitado pela gravidade do Sol – o que sugeria que ele estava viajando.
 
Infelizmente nenhuma foto boa o suficiente pôde ser registrada, mas os astrônomos puderam apontar seus telescópios para o objeto por 11 dias, coletando resmas de outros dados.
 
A principio, os cientistas e especialistas na área argumentaram que era um cometa comum. Mas Loeb disse que essa suposição corre o risco de permitir que “o familiar defina o que podemos descobrir”.
 
Ele perguntou:
 
“O que ocorreria se um homem das cavernas primitivo encontrasse um telefone celular? Ele viu rochas e mais rochas durante toda a sua vida, e ele teria pensado que era apenas mais uma pedra brilhante.”
 
 
Loeb tinha sua mente voltada para outra possibilidade (obviamente com base nos dados do objeto): não era um cometa, mas sim tecnologia descartada de uma civilização alienígena.
 
Uma série de propriedades incomuns sobre o objeto (que o tornam absolutamente diferente de tudo já observado) ajudaram Loeb a chegar a essa conclusão.
 
Inicialmente foram as dimensões de ‘Oumuamua.
 
Os astrônomos notaram e estudaram a forma como o objeto refletia a luz solar. Seu brilho misteriosamente variava dez vezes a cada oito horas, sugerindo que esse foi o tempo que levou para completar uma rotação completa.
 
Os cientistas concluíram que o objeto era pelo menos cinco a dez vezes mais longo do que largo – muito semelhante ao formato de um charuto, curiosamente semelhante a muitos UFOs observados na Terra ao longo dos anos.
 
Absolutamente nenhum corpo espacial já observado até hoje de ocorrência natural se parecia com ele – ou mesmo próximo.
 
Loeb escreve em seu livro:
 
“Isso tornaria a geometria de ‘Oumuamua mais extrema em pelo menos algumas vezes na proporção – ou entre a largura e a altura – do que os asteroóides ou cometas mais extremos que já vimos.”
 
‘Oumuamua era realmente e significativamente brilhante. Era pelo menos “dez vezes mais reflexivo do que os asteroides ou cometas típicos do sistema solar [rochosos]”, escreve o autor.
 
Ele assemelha sua superfície à de um metal brilhante - novamente como alguns OVNIs são descritos na Terra.
 
Mas a anomalia que realmente empurrou Loeb em direção à sua hipótese extraterrestre era sem duvida o modo como o ‘Oumuamua se movia.
 
Ele disse:
 
“A aceleração em excesso ao se afastar do Sol.”
 
Usando a própria física, os cientistas podem calcular e estudar o caminho com total precisão que um objeto deve seguir e a que velocidade ele deve viajar devido à força gravitacional exercida pelo Sol. 
 
Mas por alguma razão que desconhecemos o ‘Oumuamua não seguiu esta trajetória calculada (quase exata se fosse um objeto comum). O objeto, de fato, acelerou “ligeiramente, mas em uma extensão altamente significativa do ponto de vista estatístico”, Loeb escreve.
 
 
De modo geral podemos dizer que, ele estava claramente sendo empurrado por uma força além da gravidade do Sol sozinha.
 
Loeb chegou a conclusão com base em varios calculos que, com essas e outras anomalias, as chances de ‘Oumuamua ser apenas algum cometa aleatório era de cerca de um em um quatrilhão, o que o levou à sua hipótese de sucesso.
 

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