Descoberta Sombria: A Inteligencia Artificial pode ter povoado galáxias inteiras, transformando cada sistema solar em um super computador erradicando completamente a vida..

23/06/2018 10:36
Uma nova teoria proposta por um físico teórico da Universidade Nacional de Pesquisa de Tecnologia Eletrônica (MIET) na Rússia tenta explicar por que os humanos não detectaram traços de vida alienígena. 
 
O estudo propõe que as formas de vida avançadas que colonizaram outros planetas podem ter destruído muitas espécies ao longo do caminho. Além disso, os robôs alienígenas podem ter povoado todo o superaglomerado com cópias de si mesmo, transformando cada sistema solar em um supercomputador e destruindo a vida ao longo do caminho.
 
 
 
O universo é tão grande; é difícil colocar isso em perspectiva.
 
De acordo com os astrônomos, existem 100 a 400 bilhões de estrelas na Via Láctea e mais de 100 bilhões de galáxias no Universo - alguns dizem que pode haver até 500 bilhões, o que significa que há cerca de 50.000.000.000.000.000.000.000 (5 × 10 22) planetas habitáveis.. Isso é claro, se há apenas um universo.
 
Essa questão nos leva ao chamado Paradoxo de Fermi, um mistério científico que questiona por que não encontramos vida alienígena se há bilhões de estrelas em nossa galáxia e muito mais fora dela.
 
Gerações de cientistas se cansaram de responder a esse mistério desde que o paradoxo foi formulado.
 
Alguns acreditam que os alienígenas podem estar hibernando, alguns argumentam que algo misterioso os impede de evoluir, enquanto outros sugerem que os seres humanos são insignificantes demais para que os alienígenas façam contato.
 
No entanto, um físico teórico da Universidade Nacional de Pesquisa de Tecnologia Eletrônica (MIET) na Rússia surgiu com outra explicação de por que não nos deparamos com nossos vizinhos cósmicos, e ele chama a solução de “primeiro a entrar e primeiro a sair”.
 
O estudo do professor Alexander Berezin, que ainda precisa ser revisado por especialistas, explica como o paradoxo tem uma “solução trivial, não requerendo suposições controversas”, mas pode ser “difícil de aceitar, pois prevê um futuro para nossa civilização ainda pior que extinção."
 
O professor Berezin explica que, todo esse tempo, temos definido a vida alienígena de forma muito estreita. E ele pode estar certo.
 
"A natureza específica das civilizações que surgem ao nível interestelar não devem importar", escreve ele.
 
"Esses seres podem ser super robos (inteligencia artificial) que se rebelaram contra seus criadores e dominaram tudo que havia pela frente em escala planetária"
 
Mas, Berezin explica que o único parâmetro com o qual devemos nos preocupar é o limiar físico em que podemos observar sua existência.
 
 
 
A solução “primeiro a entrar, primeiro a sair” proposta por Berezin é um cenário sombrio.
 
"E se a primeira vida que atinge a capacidade de fazer viajens interestelares necessariamente erradicar toda a competição para alimentar sua própria expansão?",  Ele supõe.
 
Isso, no entanto, não significa necessariamente que uma civilização alienígena extremamente avançada iria conscientemente acabar com outras formas de vida, mas, simplesmente, elas não iriam perceber que existe algo lá.
 
“Eles simplesmente não notarão (outras formas de vida), da mesma forma que uma equipe de construção destrói um formigueiro para construir imóveis - eles não têm nenhum incentivo para protegê-lo”, escreve Berezin.