Novo estudo indica que Oumuamua pode realmente ser tecnologia alienígena!!

Um novo estudo, refuta totalmente a explicação natural mais aceita - The Astrophysical Journal Letters
 
 
 
Oumumua, um objeto incrivel considerado o primeiro visitante interestelar registrado em nosso sistema solar, pode realmente ser uma sonda extraterrestre. Isso é sugerido por um recente estudo, que refuta totalmente a explicação natural mais aceita.
 
Descoberto em 2017, este estranhamente objeto alongado que acelerou sem razão aparente foi primeiro considerado um asteroide, depois um cometa, e havia até teorias de que era uma nave espacial. 
 
Com o passar do tempo, a hipótese do cometa parecia se destacar entre as as teorias, mas com um problema sério: não havia evidências de que ele possuísse a cauda clássica que sempre é observada neste tipo de corpo, gerada pelo seu aquecimento ao se aproximar do Sol.
 
Em junho deste ano (2020), uma equipe de pesquisa - formada pelos astrofísicos Darryl Seligman e Gregory Laughlin - acreditava ter solucionado o problema, sugerindo que o estranho comportamento observado em Oumumua provavelmente se devia ao fato do cometa ser composto principalmente de hidrogênio molecular (H2) e parte dele estava escapando invisivelmente da superfície, causando a aceleração – e explicando a falta de uma cauda cometária.
 
 
Mas agora, em um novo estudo publicado no The Astrophysical Journal Letters, os astrofísicos Avi Loeb e Thiem Hoang argumentam que a hipótese do hidrogênio molecular não é possível no mundo real.
 
Eles apontam que, mesmo nas partes mais frias do espaço, a luz das estrelas iria aquecer pequenos fragmentos de hidrogênio sólido antes que eles pudessem se agrupar e formar um cometa do tamanho de Oumuamua (400 a 800 metros).
 
 Mais importante ainda, a jornada a partir da nuvem molecular gigante mais próxima – uma região empoeirada e gasosa onde esses ‘icebergs‘ de hidrogênio se formariam – é longa demais. Um iceberg de hidrogênio viajando milhões de anos através do espaço interestelar se desintegraria, cozinhado pela luz das estrelas.
 
Seligman disse que a análise de Loeb e Hoang está correta e que nenhum cometa de hidrogênio sobreviveria a uma viagem tão longa.
 
Ele respondeu, apontando várias origens próximas para o cometa, incluindo Carina e Columba, dois grupos de estrelas jovens:
 
"Nossa hipótese funciona se Oumuamua tiver apenas 40 milhões de idade. Nessa escala de tempo, a desgaseificação poderia ter moldado o cometa naquela forma alongada sem destruí-lo completamente."
 
Mas, Loeb discorda:
 
"Encurtar a distância percorrida pelo iceberg H2 não resolve o problema, porque ele deve ter se formado junto com seu sistema planetário de origem, bilhões de anos atrás. Com o passar de tais eras, o iceberg evaporaria."
 
O astrofísico acrescentou que esses icebergs de hidrogênio devem vir de nuvens moleculares gigantes, e não de partes do espaço como Carina ou Columba. Reiterando que assim sendo, a viagem da nuvem molecular mais próxima não sobreviveria.
 
 
Loeb parece estar claro sobre o que Oumuamua era. O título de seu livro a ser publicado em janeiro de 2021 diz tudo: Extraterrestre: O Primeiro Sinal de Vida Inteligente Além da Terra.