Alienígenas do Passado: Na antiguidade os céus estavam repletos de maquinas voadoras super avançadas...

Os textos mostram descrições detalhadas de veículos voadores para aviação civil e guerra, aeronaves de dois e três andares, aeronaves de transporte de carga e aeronaves de passageiros utilizadas para o transporte de 400 a 500 pessoas.

 
 
Os textos sânscritos estão repletos de referências a deuses e batalhas lutadas no céu, usando naves poderosas, equipadas com as armas mais sofisticadas e mortíferas.
 
Na antiguidade havia várias raças na Terra. Algumas delas lutaram pelo domínio do nosso planeta.
 
As histórias desses encontros foram continuamente transmitidas oralmente de geração em geração, até serem finalmente escritas ao longo dos séculos.
 
No final do século XIX, o iogue indiano Swami Vivekananda foi o primeiro a apresentar a religião e a filosofia védica nos Estados Unidos e na Europa. Ele se encontrou com as grandes mentes científicas, como Edison, Lord Kelvin e o nosso brilhante cientista, Nikola Tesla. Tesla foi inspirado profundamente pelos conceitos e conhecimentos de Vivekananda, o qual os obteve dos Vedas indianos.
 
Ele também estava fascinado com a cosmologia védica e seus conceitos e entendeu que eles complementavam perfeitamente as teorias ocidentais já existentes.
 
No entanto, Tesla não conseguiu “mostrar a identidade da energia e da matéria … A prova matemática do princípio só chegou cerca de dez anos depois, quando Albert Einstein publicou seu artigo sobre a relatividade. O que era conhecido no Oriente durante os últimos 5.000 anos, acabou sendo conhecido pelo Ocidente …” (Tesla Memorial Society of New York).
 
Os textos védicos dizem que o “carro aéreo” – espaçonave antiga – poderia se mover como um OVNI, de qualquer forma que o piloto quisesse – para cima, para baixo, para frente ou para trás. Ele tinha o formato esférico e voava a grande velocidade através do uso de um poderoso vento gerado pelo mercúrio. Aparentemente, o mercúrio desempenhou um papel importante na propulsão dos “carros celestiais” descritos frequentemente em textos sânscritos antigos.
 
Em seu livro “The Anti-Gravity Handbook” (‘O Manual Antigravidade’, em tradução livre), David H. Childress menciona ainda outra fonte indiana, o Samar e diz:
 
---Vimanas eram ‘ máquinas de ferro, bem constituídas e lisas, com uma carga de mercúrio que disparava pela parte traseira, sob a forma de uma chama que bramia.
 
Seria possível que o mercúrio tenha algo a ver com o sistema de orientação e de propulsão das aeronaves antigas? Poderia a descoberta soviética de “instrumentos antigos usados ​​na navegação de veículos cósmicos” em cavernas distantes do Turquestão, provar a importância do mercúrio nos sistemas das Vimanas?
 
Esses instrumentos misteriosos foram descritos como objetos hemisféricos de vidro ou porcelana, terminando em um cone com uma gota de mercúrio no seu interior.
 
Redescoberto em um templo na Índia em 1875, o “Vaimanika Sastra” é um texto sânscrito (século IV A.C.) sobre a tecnologia aeroespacial.
 
Bharadwaja, o Sábio, compilou informações sobre as Vimanas de pelo menos oitenta textos anteriores e épicos védicos para seu livro “Vaimanika Sastra”. Os estudiosos que encontraram o trabalho em 1918 na Biblioteca Real Sânscrita de Barbuda, no norte de Bombaim, na Índia, verificaram a autenticidade do trabalho de Bharadwaja, bem como os manuscritos consultados quando ele os reuniu.
 
O trabalho inclui descrições detalhadas de veículos voadores para aviação civil e guerra, aeronaves de dois e três andares, aeronaves de transporte de carga e aeronaves de passageiros utilizadas para o transporte de 400 a 500 pessoas.
 
 
 
Também estão incluídos detalhes de construção; instruções para pilotos, as dimensões precisas e descrições de que tipo de metal e outros materiais seriam mais adequados para a construção de aeronaves, inclusive aparelhos que não pegavam fogo nem quebravam.
 
Bharadwaja, o Sábio, se refere a não menos de 70 autoridades e 10 especialistas em viagens aéreas na antiguidade. Infelizmente essas fontes foram perdidas com o tempo.
 
É altamente duvidoso que qualquer poeta, mesmo o mais brilhante, poderia ter criado esse tipo de “contos de fadas de alta tecnologia” com descrições precisas de armas poderosas e veículos avançados.