Algo fora do comum realmente ocorreu na Ilha da Trindade

16/04/2018 15:38

O Caso da Ilha da Trindade é um dos mais importantes casos de avistamento e registro de ovni da ufologia, tendo sido testemunhado por dezenas de militares. 

 
 
O caso da Ilha da Trindade é um dos mais importantes casos da Ufologia Brasileira e Mundial, sendo citado ainda hoje em diversos sites, revistas e jornais ufológicos. Isso se deve pela qualidade das imagens e dos testemunhos associados ao caso.
 
Em 16 de janeiro de 1958 o navio Almirante Saldanha, da Marinha do Brasil, estava próximo à Ilha da Trindade, no litoral brasileiro e sua tripulação fazia pesquisas associadas ao Ano Geofísico Internacional. O evento desta data, em que foram obtidas fotografias de um disco-voador, é o ápice de uma série de fenômenos testemunhados por operários, marinheiros e oficiais em várias ocasiões entre dezembro de 1957 e janeiro de 1958. Destes avistamentos, pelo menos cinco incidentes haviam chamado a atenção pois tiveram como testemunhas oficiais de alta patente, cientistas e outros especialistas presentes no local.
 
 
Um destes eventos ocorreu no final de novembro de 1957, em uma manhã clara e ensolarada, quando um balão meteorológico foi lançado para estudos. O comandante Bacelar estava no interior de uma estação de rádio acompanhando o experimento. Em dado momento houve uma distorção nos sinais levando o comandante acreditar que os equipamentos do balão haviam se desprendido. Ele avisou um de seus subordinados que saiu para verificar. Ao voltar o oficial afirmou que havia um outro objeto no céu, próximo ao balão. 
 
O comandante correu para observar e avistou o referido objeto andando erraticamente pelo céu fazendo manobras fechadas em alta velocidade. Olhando com instrumentos o oficial percebeu que o objeto era circular e de aparência metálica. Após o evento, o militar enviou uma mensagem via rádio para a central da Marinha solicitando informações. Este era o terceiro evento registrado na Ilha em poucos dias. O numero de aparições aumentou consideravelmente com aparições quase diárias.
 
Nos primeiros dias de janeiro de 1958, o objeto foi novamente registrado sendo que desta vez causou pânico entre os presentes pois o objeto realizou manobras muito baixas. Em alguns casos parecia que se chocaria com instalações militares e científicas da Ilha. Estes fatos já estavam sendo investigados pela Marinha. Neste episódio em específico as testemunhas foram interrogadas cuidadosamente. Um sargento da Marinha presente na ocasião conseguiu uma fotografia do OVNI. O negativo foi apreendido pela Marinha.
 
 
 
Dias depois deste evento, em 16 de janeiro, o Almirante Saldanha chegava à Ilha da Trindade, tendo a bordo o fotógrafo profissional Almiro Baraúna. Por volta do meio dia o OVNI apareceu novamente chamando a atenção de vários militares presentes tanto na ilha quanto nas embarcações presentes no local. O OVNI veio em direção à ilha em alta velocidade, pairou ligeiramente sobre um pico, desapareceu atrás dele por algum tempo e movimentou-se em direção ao mar. Baraúna conseguiu obter quatro imagens do objeto durante estas manobras.
 
Segundo jornais cariocas, da época, devido à repercussão do caso na mídia o Pentágono solicitou cópias das fotografias para análise. Segundo o embaixador americano na época o Pentágono tinha interesse em comparar estas fotografias com outras existentes em seus arquivos. Talvez este pedido tenha ocorrido motivado pela visita do major-general Thomas Darey, da Força Aérea Americana ao Rio de Janeiro dias antes da notícia ser veiculada.
 
 
Em entrevista para a imprensa, o almirante Gerson Macedo Soares, secretário geral da Marinha, na época, confirmou o episódio ocorrido em Trindade. O comandante Pedro Moreira, oficial de relações públicas também confirmou os fatos noticiados pela imprensa.

 

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