Acidentes envolvendo OVNIs que ocorreram bem antes de Roswell

 
 
 
Alguns céticos querem que você acredite que o foi o acidente com OVNI em Roswell que deu início às reportagens deste tipo de eventos estranhos. Mas isso não é verdade. Objetos voadores não identificados tem caído dos céus anos antes.
 

Oceano Índico setembro de 1862

 
Este acidente foi reportado em 2 de Maio de 1897, na edição do The Houston Daily Post, que foi centrado na história contada por um dos poucos homens que sobreviveu para contar – um marinheiro holandês.
 
Ele fazia parte da tripulação a bordo de um navio chamado Christine. No outono de 1862, após uma tempestade no oceano Índico, o navio afundou. Os membros da tripulação que tiveram sorte suficiente para sobreviver, de repente se encontraram numa pequena ilha deserta, completamente desprovida de vida.
 
Enquanto estiveram na ilha, eles testemunharam um evento extraordinário: Um OVNI gigante caiu do céu, batendo contra um penhasco. Ele era tão grande quanto um navio de batalha e tinha 4 enormes asas nas suas laterais.
 
Os homens agregaram coragem para examinar os destroços e encontraram os corpos de vários homens de 3 metros e 60 centímetros de altura, usando roupas estranhas. Esta ameaçadora descoberta foi demais para estes homens e alguns deles ficaram loucos.
 
Somente um punhado deles sobreviveu até serem resgatados por um navio russo, dentre eles o marinheiro holandês.
 

Stavropol (Rússia) – Final da década de 1800

 
Na década de 1960, o serviço soviético de investigação descobriu pistas sobre um acidente de OVNI que ocorreu no final do século 19. Várias testemunhas relataram que “uma estranha aparição” caiu por sobre o vilarejo da Província de Stavropol, e seus passageiros tinham sobrevivido ao acidente.
 
“Três homens com pele escura saíram do objeto.  Eles estavam respirando com dificuldade, fazendo sinais e logo morreram, já que não podiam respirar o ar.  Os moradores do vilarejo rapidamente desmontaram o objeto que havia pousado.”
 
À medida que a investigação progrediu, as autoridades começaram a receber cartas corroborando a história.  Uma mulher chamada Irina Danilova relembrou a história contada por seu avô, que tinha pessoalmente testemunhado o evento.
 
De acordo com o avô de Danilova, a nave tinha o formato de uma ponta de flecha e foi rapidamente desmontada pelos moradores locais, os corpos foram enterrados sem cruz ou ritual.
 

Carolinas (EUA) – 1941

 
Este relato vem do livro UFO Crash/Retrievals: Search for Truth in a Hall of Mirrors (Acidentes/Resgates de OVNIs: A Procura pela Verdade na Sala de Espelhos), do afamado pesquisador de OVNIs, Leo Stringfield.  O pesquisador encontrou e conversou com a mãe de Guy Simeone, um soldado da 26ª Divisão de Infantaria, antes do envolvimento dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
 
Em outubro de 1941, Simeone estava fazendo parte de uma manobra militar “nas Carolinas” (Carolina do Norte e do Sul – EUA), quando um objeto não identificado caiu na área.  Os interesses rapidamente mudaram em direção ao resgate do “objeto metálico redondo acidentado” e “os pequenos corpos mortos do espaço“.
 
 
 
A nave foi levada para um posto do exército próximo do local.  Ela media aproximadamente 4,5 metros de diâmetro, por 3 metros de altura, e continha uma sala de controle com quatro assentos.  O OVNI prateado tinha inscrições tanto em seu exterior, quando na parte interior.
 
Os quatro corpos foram descritos como sendo pequenos, com olhos grandes similares a insetos.
 
Infelizmente, há pouca evidência para apoiar este incidente, a não ser os relatos de testemunhas.  Ninguém sabe o que aconteceu à nave, ou aos corpos de seus passageiros.
 

Condado de Dundy, Nebraska, 1884

 
A edição de 8 de junho de 1884, do The Nebraska State Journal publicou um artigo sobre a queda de um misterioso objeto, e o subsequente resgate de destroços muito anormais.
 
De acordo com o jornal, o fazendeiro John Ellis e outros moradores da região testemunharam um objeto em chamas, similar a um meteoro, caindo do céu. Os homens montaram em seus cavalos e foram até a área do acidente. Quando chegaram, eles encontraram um grande número de objetos incandescentes espalhados pelo local do acidente.
 
Os objetos estavam tão quentes e eram tão brilhantes enquanto queimavam, que os homens não se atreveram a se aproximar deles.  Os fazendeiros resolveram voltar no dia seguinte.
 
Quando retornaram, os homens notaram que os objetos eram na verdade partes mecânicas, semelhantes a engrenagens, rodas e lâminas.  Todas as peças pareciam ter sido feitas de um metal durável e extremamente leve.  Nenhum corpo foi encontrado.
 
Ninguém sabe o que aconteceu com os destroços.
 

Inglaterra – Segunda Guerra Mundial

 
O ex-oficial da inteligência e editor da revista Flying Saucer Review, Gordon Creighton, lançou uma investigação sobre o acidente de um OVNI em solo britânico, no auge da Segunda Guerra Mundial.  Os destroços da nave foram, alegadamente, resgatados e estudados pelas autoridades britânicas.
 
Ele descobriu sobre o incidente num artigo publicado em 1955 pelo Los Angeles Examiner, escrito pela jornalista Dorothy Kilgallen.  Aqui está um trecho do artigo:
 
"Hoje eu posso reportar sobre uma história que é positivamente assombrosa, sem mencionar assustadora.  Os cientistas e pilotos britânicos, após examinarem os destroços de uma misteriosa nave, estão convencidos de que estes estranhos objetos aéreos não são ilusões de óptica ou invenções soviéticas, mas sim discos voadores originários de outro planeta.”
 
“A fonte da minha informação é um oficial britânico, que prefere não se identificar.  Acreditamos, com base em nossos questionamentos até agora, que os discos sejam tripulados por homens pequenos – provavelmente com menos de 1,20 m de altura.  É assustador, mas não há como negar que os discos voadores vêm de outro planeta.“
 
 
“Este oficial fez uma citação dos cientistas como tendo dito que uma nave voadora deste tipo não poderia ter sido construída na Terra.  Eu descobri que o governo britânico está segurando um relatório oficial sobre o exame do disco voador, possivelmente porque não deseja assustar o público.”
 
Após o artigo ter sido publicado, Creighton tentou entrar em contato com Dorothy Kilgallen e perguntá-la por maiores informações.  Ela morreu logo após, levando o pesquisador a acreditar que “ela havia sido efetivamente silenciada“.  Mas Kilgallen não era a única fonte de informação a respeito deste incidente.