267 soldados desapareceram ao entrar em uma estranha nuvem.. 22 testemunhas observaram o desaparecimento dos soldados

"A pouca distância da zona de combate, a tal nuvem parecia muito densa, quase sólida diria, e refletia a luz do Sol. Eles entraram sem temer, mas nenhum deles saiu." 

 
 
No ano de 1915 na península turca de Gallipoli, durante a 1ª Guerra Mundial, ocorreu a batalha de Gallipoli ou a Batalha dos Dardanelos, sendo que neste episódio da guerra ocorreu um dos mais famosos, estranhos, enigmáticos e misteriosos desaparecimentos em massa da história, onde 267 soldados em conjunto simplesmente sumiram como se tivessem evaporado no ar, não deixando pistas e nem rastros do que poderia ter acontecido.
 
Entre Março e Agosto de 1915, tropas aliadas tentavam conquistar a península de Gallippoli na Turquia [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 40°22'28"N, 26°30'50"E]. Em 21 de agosto, ao sul da Baía Suyla, 22 soldados Neozelandeses pertencentes ao corpo de engenheiros observavam a partir de uma posição elevada como as tropas do Comando Unido da Austrália e da Nova Zelândia (CUANZ) tentavam tomar a cota "60".
 
De repente, no meio da manhã eles viram uma densa nuvem de forma estranha descer dos céus até cobrir o leito seco de um rio perto daquela área. Nesse momento, surge um batalhão de 267 soldados ingleses, conhecido como "Regimento Norfolk", subindo pelo leito seco do rio para apoiar a "CUANZ". Os observadores então viram que os 267 soldados britânicos continuaram sua marcha, seguindo em frente e entrando naquela espessa neblina provocada pela nuvem que havia descido no local.
 
 
De forma misteriosa, após a entrada na "nuvem" do último soldado do regimento, aquela "nuvem" começa a se elevar suavemente e começa a flutuar pouco a pouco na direção contrária do vento, sendo quando a visão do local ficou limpa devido ao movimento da nuvem, de forma assustadora, nenhum dos 267 soldados do regimento Norfolk foi visto. 
 
Todos desapareceram de maneira incrível após terem entrado naquela estranha nuvem, não deixando nenhum rastro ou pista, sendo que nunca mais foram vistos. 22 soldados das forças neozelandesas foram testemunhas do desaparecimento, e outros quatro fizeram um relatório relatando o acontecimento.
 
Eis aqui a declaração entregue por uma das testemunhas, o soldado F. K. Reichart:
 
"O dia tinha-se levantado claro, sem nenhuma nuvem, com excepção de seis ou oito nuvens em forma de pão que estavam estacionadas por cima da "cota 60". Nota-se que apesar do vento que vinha do sul, de 6 ou 7 km/h, tais nuvens não mudavam nem de lugar nem de forma. Desde o nosso lugar situado a uma altura de uns 160 metros, podia-se ver outra nuvem da mesma forma que parecia varrer o solo. Aparentava ter um cumprimento de cerca de 200 metros e cerca de 70 m de altura. 
 
A pouca distância da zona de combate, a tal nuvem parecia muito densa, quase sólida diria, e reflectia a luz do Sol. Centenas de homens do 5º Regimento de Norfolk, subiam o leito seco do rio que conduzia até á "cota 60", que era em parte coberta pela tal "nuvem". Eles entraram sem temer, mas nenhum deles saiu para tomar posição e combater na famosa "cota 60". Quando o último homem desapareceu na "nuvem", esta elevou-se lentamente como uma nuvem normal, ainda que conservando a forma. Então, juntou-se ás outras e partiram todas lentamente em direcção ao norte. Sobre o terreno não ficara nem um só homem, nenhuma arma, nada!"
 
Ao terminar a guerra, a Grã-Bretanha pediu á Turquia a libertação do 5º Regimento, considerado que o mesmo estaria aprisionado ou teria sido dizimado. Mas os turcos responderam que não tinham capturado nenhum regimento inglês, não tiveram contacto com eles, nem sabiam que existia aquele regimento. 
 
 
Nenhum dos 250 soldados voltou a dar sinais de vida, em parte alguma. O documento histórico do fato está conservado no Museu de Guerra em Londres, sendo considerado oficialmente inexplicável.
 

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