A prova: Os verdadeiros círculos nas plantações não podem ser reproduzidos pelos seres humanos, mesmo com toda tecnologia a sua disposição.

16/07/2018 15:41

O fim de mais um grande mistério: Grande parte dos círculos nas plantações não podem ser reproduzidos pelos seres humanos. Essa pode ser uma das maiores evidencias de vida extraterrestre atualmente. 

 
 
Como muitos sabem, os círculos podem ser feitos usando simples tábuas e cordas. Só que os principais estudiosos do assunto começaram a perceber que nem todos os círculos foram feitos dessa forma. E os que não foram feitos da forma convencional não podem ser reproduzidos pelos seres humanos: 
 
 - Tempo Chuvoso: 60% dos círculos aparecem em noites chuvosas. No entanto, os agricultores e pesquisadores muitas vezes percebem que não há lama na parte achatada da plantação, o que não procede caso tivesse sido achatada por seres humanos usando instrumentos mecânicos.
 
- Padrão: Em algumas formações, hastes individuais foram atraídas para as bordas exteriores dos círculos por trás da planta, o que impede claramente o uso de implementos físicos. A direção do fluxo da planta é muitas vezes diferente sob a camada superior das plantas achatadas. Multi-camadas, camadas multi-direcionais, nunca foram replicadas pelo uso de pés, pranchas, rolos de jardim ou tubos de plástico. (Resumindo, os falsos são geralmente rodados no sentido horario ou anti-horario apartir de um ponto central em direção ao exterior, os verdadeiros tem diversas direções ou mesmo ficam entrelaçados)
 
- Largura do Feixe: A largura de alguns feixes é tão estreita que são forçados a serem descartados serem humanos com pranchas. No Reino Unido, é comum o surgimento de pictogramas cercados por dezenas de mini-círculos com poucos centímetros de diâmetro, localizados em lugares que não podem ser alcançados a pé sem deixar traços visíveis.
 
- Continuarem Crescendo: as plantas achatadas tendem a estar em grande parte não danificadas (até a chegada dos visitantes...) e continuam crescendo, enquanto que nos círculos falsos, os talos ficam geralmente quebrados, esmagados e muitas vezes, mortos. Em formações classificadas como genuínas, os talos achatados da vegetação estariam dobrados em ângulos de até 90 graus, e muitas vezes estariam definidos em uma forma surpreendentemente intrincada e bem tecida.
 
- Plantas Específicas: os pesquisadores dizem que nos círculos verdadeiros, pode-se notar que somente plantas maduras foram afetadas. Exemplo. Apareceu um círculo no meio de uma plantação de trigo. A erva daninha que estava no meio ficou intacta! Isso portanto exclui o uso de pranchas e rolos de jardim.
 
- Solo Modificado: O solo dentro de agroglifos muitas vezes mostram diferenças com o solo fora deles. Em uma formação canadense, por exemplo, o solo havia sido aparentemente cozido, resultando tão duro como cimento, enquanto que o resto do campo estava úmido e enlameado. Relatórios a respeito de terra cozida sob plantas achatadas em círculos em plantações, também vêm de outros países, como a Rússia. Em 50% dos círculos, o solo no interior é notavelmente mais seco do que fora. Muitos dos efeitos sobre as plantas e do solo são consistentes com a afirmação sobre a geração de calor intenso durante a criação dos círculos nas plantações.
 
 
- Substâncias Estranhas: Substâncias estranhas, tais como algo parecido com geleia e depósitos de algum tipo de pó, às vezes são encontrados nas plantas e no solo dentro dos agroglifos. Os depósitos de pó que foram identificados, incluem dióxido de silício de alta pureza, óxido de magnésio, e magnetite (minério de ferro magnético). Este último poderia ser POEIRA METEÓRICA, que está em constante queda do espaço passando pela nossa atmosfera e chegando à superfície da terra; a concentração dessa substância em círculos é até 600 vezes maior do que o valor normal, indicando a presença de fortes campos magnéticos em torno dos agroglifos - algo muito comum em contatos proximos com naves extraterrestres ao solo.
 
- Mudanças Físicas: O Biofísico William Levengood, e uma série de outros pesquisadores, teriam descoberto que as plantas possuem frequentemente nós ampliados (as pequenas "juntas" ao longo dos caules de plantas como o milho) e, por vezes, possuem buracos na parede celular, e as chamadas "cavidades de expulsão" nas mesmas áreas, onde a umidade parece ter achatado explodindo para o exterior.
 
 

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