Uma nova hipótese conecta o enigma da Grande Esfinge à civilização perdida de Atlântida

10/01/2022

Incontáveis mistérios existem em torno da Grande Esfinge de Gizé. Essa indescritível estrutura, de 20 metros de altura e 57 metros de comprimento, localizado na margem oeste do Rio Nilo, não possui nenhuma inscrição que permita identificar seu construtor ou até mesmo teorizar. Não se tem qualquer estimativa de quantas pessoas foram necessárias para sua construção nem mesmo o tempo que elas levaram para isso, e, muito menos, o aspecto que possuía quando estava completa e o motivo de ter seu nariz destruído.

Uma teoria, que não foi proposta por arqueólogos nem por pesquisadores, mas por um vidente americano chamado Edgar Cayce (altamente reconhecido por suas visões), afirma que a criação da Grande Esfinge de Gizé remonta há 15 mil anos e está diretamente ligada à história de Atlântida.

Uma das visões de Cayce (durante suas sessões visionárias) lhe permitiu afirmar que, dentro da monumental escultura, existe uma biblioteca que contém dados importantíssimos sobre a civilização de Atlântida, o que aconteceu ali nos tempos da construção da Esfinge e os relatos sobre a destruição do continente.

Cayce afirma que após a destruição de Atlântida, seus habitantes fugiram com os arquivos de sua civilização para o Egito, enterrando eles perto (ou embaixo) da Esfinge:

"Oculto dentro da esfinge, existe uma vasta e complexa biblioteca - também conhecida por muitos como Hall of Records - guardando as principais informações de acontecimentos decorridos em Atlântida a partir do momento em que a Esfinge foi construída, bem como suas realizações prodigiosas como uma civilização avançada. Também existem registros de contatos que esta civilização mítica teve com outras nações (...) e a destruição do mítico continente. A biblioteca também guarda registros sobre como foi construída a Grande Pirâmide desde seu inicio, que junto com a Esfinge não são mais que cópias de construções que já existiam em Atlântida, agora submersa. A Esfinge tem sido desde a sua construção a sentinela guardando o segredo e acesso à biblioteca, que ninguém terá acesso até chegar o momento certo".

Mesmo que a hipótese nunca tenha sido comprovada, foram realizados achados que simplesmente apontam em sua direção. Um bom exemplo disso é a Estela do Inventário, uma lista dos monumentos de Gizé, encontrada em 1850. Uma das inúmeras interpretações desse texto complexo possibilitaria levantar a ideia que a Esfinge é significativamente mais antiga que Quéfren e Quéops, grandes faraós da quarta dinastia, contradizendo a versão proposta pela egiptologia convencional aceita até hoje apesar dos furos que tem.

Muitos acreditam, com base no que esta escrito na estela, que a Grande Pirâmide e a Esfinge de Gizé já existiam muito antes do aparecimento dos faraós da Quarta Dinastia (indicando que ele, o faraó Quéops, não foi o responsável pela construção da Grande Pirâmide, e sim por outra, e que ambas, a Grande Pirâmide e a Esfinge, já existiam muito antes dele - isso é surpreendente).

É exatamente por isso que muitos acham que a estela nunca foi levada a sério, pois destruiria a história mainstream estabelecida pelos egiptólogos.

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