Terror dos Olhos Vermelhos !

06/02/2015 00:36
 
 
 
Nos primeiros dias de março de 2006, uma estranha notícia aparecia nos jornais argentinos.
Um cabo de Polícia da província de La Pampa afirmou ter sido contactado por humanoides "com olhos vermelhos" que lhe transmitiam ordens de forma telepática, depois de permanecer desaparecido durante 18 horas e ser procurado por dezenas de colegas em um campo próximo da cidade de General Pico, Argentina.
 
O suboficial Sergio Pucheta, chegou a dizer,antes de perder o contato por rádio com a base e desaparecer, que "havia algo estranho" e que tratava de investigar, em um lugar conhecido como "cruce de las cañas" ("cruzamento das canas"), a 20 quilômetros a sudeste de General Pico.
 
Segundo uma nota publicada pelo diário "La Arena", dessa província, o estranho episódio começou em uma noite de quinta-feira com uma comunicação à base.
 
Pouco depois da transmissão em que o suboficial pedia apoio, ao chegar na sua posição, seus colegas comprovaram que o policial já não estava e no local jaziam sua motocicleta, seu capacete, o aparelho de rádio utilizado na comunicação, sua arma regulamentar, seu celular e parte de seu uniforme.
 
Desde então foi iniciado um intenso rastreio realizado pelo pessoal de todas as dependências policiais que terminou somente 18 horas mais tarde, quando um produtor rural encontrou o policial a uns 20 quilômetros do local em que havia deixado sua moto e os demais pertences. O produtor encontrou o policial agachado em uma valeta e em visível estado de choque.
 
Como o produtor sabia que estavam procurando alguém uniformizado, em seguida chamou às autoridades. O policial foi levado ao hospital Centeno, onde foi comprovado que além do forte choque emocional, não apresentava sinais de violência física. De acordo com à informação publicada pelo jornal local, o policial deu uma estranha versão do que havia acontecido.
 
 
Pucheta teria sido forçado a desmontar a sua pistola, 
seu rádio comunicador e abandonar o 
seu telefone celular junto da moto
Afirmou que foi contactado por dois seres de baixa estatura, com olhos vermelhos, que lhe davam ordens sem lhe dirigir a palavra.
 
Contou que tratou de fugir dos estranhos, mas não pôde explicar como chegou ao local em que foi encontrado.
 
Efetivos policiais encarregados de investigar o caso, revelaram que pôde ser comprovado que Pucheta caminhou ao longo de quatro quilômetros por um caminho vicinal e depois, as impressões de suas botas se perderam no pasto.
 
Segundo relatado, o suboficial teve até aquele momento, uma conduta inatacável e não registrava problemas psíquicos ou físicos. No entanto, também foi verificado que poucos dias antes, ele havia reportado a presença de estranhas luzes pela zona.
 
A seguir são detalhados os fatos em um relatório do Centro de Estudos UFO (CEUFO) e cujo autor é o pesquisador Oscar "Quique" Mario:
 
Santa Rosa (La Pampa, Argentina). 3 de março de 2006. 
 
O desaparecimento de um policial da cidade de General Pico (La Pampa) em estranhas circunstâncias, depois de chamar via telefone celular a um colega que estava de serviço, gerou uma espetacular busca por parte de efetivos de delegacias dependentes da Unidade Regional II, a cargo do comissário inspetor Roberto Ayala.
 
Desde as primeiras horas da madrugada e a fim de participar da busca, fizeram-se presentes no local o próprio chefe da força, comissário geral (R) Ricardo Baudaux e o ministro de Segurança, Governo e Justiça, Dr. Juan Carlos Terno.
 
Detalhes do caso 
 
Dia: 2 de março de 2006.
Hora: 21:30 aproximadamente.
Tempo: Noite tépida com tempestade se aproximando do norte.
 
Descrição da zona: Cruzamento de caminhos vicinais. Caraterísticas comuns com qualquer zona, a exceção de um grande canavial sobre o setor Oeste.
Como caraterística principal, apresenta uma extensão significativa de mais de 300 metros de comprimento por uma largura variável entre 2 e 3 m. Os caminhos encontram-se em bom estado e transitáveis antes da chuva que começou ao redor da 1 da madrugada.
 
Localização da zona: O local onde o episódio se desenvolveu, é parte da zona rural da localidade de Dorila com direção a Maisonave, para o Leste.
 
Caraterísticas do protagonista: Trata-se de um homem de 31 anos, em bom estado físico. Alocado na seção Abigeato da URII, baseado em General Pico. Identificado como Sergio Pucheta. Casado, sua esposa está com uma avançada gravidez (2006). Segundo depoimentos recolhidos no local e de seus colegas, trata-se de uma pessoa normal. Aparentemente não tem problemas familiares visíveis, possui um comércio (cyber), não teria urgências econômicas notórias. Desfruta de um conceito aceitável por parte de seus superiores.
 
Detalhes adicionais: O efetivo viu "algo" que obrigou-lhe a desenvolver o ato de desmontar a pistola, o rádio comunicador e deixar cair o telefone. O acontecimento aponta uma das hipóteses aventadas desde um princípio. Sob pressão de alcances desconhecidos, a testemunha realizou mecanicamente esses movimentos. De acordo com o seu relato, tentou se afastar do local porque eles seguiam-no. "Seguiram-me toda à noite...", expressou de forma insistente.
 
Apareceu
(Continua o relatório de Oscar "Quique" Mario do Ceufo)
 
 
O caso gerou uma grande busca por parte de efetivos 
de delegacias próximas
O jovem Pucheta foi encontrado em um caminho vicinal paralelo à Rota Provincial 1 por um produtor que regressava da cidade de General Pico, em uma zona que a polícia identificou como "El Triángulo".
 
No momento da chegada ao local, o produtor permanecia no meio da estrada, afastado de Pucheta que permanecia em posição fetal sobre à beira oeste do caminho, visto em direção a Quemú Quemú.
 
O primeiro contato quem teve foi o Comissário Inspetor Ayala, quem tenta a primeira comunicação sem resposta. O investigador Oscar "Quique" Mario do Ceufo se aproxima pela direita de Pucheta, se ajoelha para estar a sua altura e observa que ele não muda de posição e que mantém suas extremidades em uma posição notavelmente rígida, certamente produto de um choque emocional considerável.
 
 
O investigador Quique Mario se aproxima pela direita de Pucheta. Ele não muda de posição e mantém suas extremidades notavelmente rígidas, certamente produto de um choque emocional considerável.
Falam com ele tentando fazer com que reaja. Lhe é mencionado que se encontra ao seu lado o chefe da Regional II e que quem lhe falava estava ali para ajudá-lo. Posteriormente Quique Mario convida-lhe a relaxar mediante um simples exercício de respiração, conduzido por inspiração pelo nariz e expiração pela boca. Pouco a pouco Pucheta começou a distender-se e puderam revisar suas mãos sem encontrar anormalidades.
 
O mesmo ocorreu com sua cabeça, embora não se podia observar o seu rosto. Disse que lhe ardiam os olhos. Mantinha seu rosto insistentemente coberto. Quando esticou suas extremidades inferiores começou a relatar gaguejando que:
 
 
Pucheta não soube responder por que 
desmontou e abandonou seus pertences
"Seguiram-me toda à noite".
Ante a pergunta de "Quem?" expressou que:
"Eram dois...Tinham os olhos vermelhos...". Ante a pergunta sobre o aspecto de seus perseguidores disse que:
"Pareciam transparentes...E tinham os olhos vermelhos...Com os olhos, eles me faziam doer a cabeça... Me diziam o que tinha que fazer... Me fizeram chamar por telefone...Me disseram que esta noite me viriam buscar...".
 
Interrogado sobre a arma, expressou: 
"Não sei", termos que repetiu ao lhe indagarem sobre o comunicador e o celular, insistiu:
"Me seguiram toda à noite".
Quando relaxou grande parte de seu corpo, ele foi convidado a se levantar e auxiliado pelo comissário inspetor Ayala, se pôs de pé e rompeu em pranto junto ao seu superior.
 
Mesmo orientado para que descarregasse a angústia que demonstrava, em todo momento cobria o rosto. Pediu para voltar a sentar e com ajuda, assim fez. Sempre cobrindo o rosto com seus antebraços. Pucheta foi convidado por Ayala a levantar a cabeça e assim fez titubeante, mas sem abrir os olhos. Insistiu com o relato de que "Tinham os olhos vermelhos..." e que "Viriam me buscar à noite...".
 
Seu estado era próprio de uma pessoa que sofrera um choque emocional muito forte. Manifestou além disso, que lhe ardiam os dedos das mãos mas não apresentavam anormalidades visíveis. Disse também que lhe queimavam os pés e com ajuda, tirou as botas e meias. A planta dos seus pés apresentavam o aspecto de quem caminhou muito e com sinais de ter bolhas por causa da transpiração.
 
A doutora que chegou em uma ambulância, só se limitou a lhe dizer que vinha para ajudá-lo mas, com a firme decisão do transladá-lo diretamente ao hospital Centeno de General Pico. Pucheta foi convidado a subir na maca. Pôs-se de pé e sempre cobrindo seu rosto com os antebraços se deitou de bruços na maca. Sua chegada ao hospital, motivou a preparação da sala de emergências onde ingressou.
 
 
O caso mobilizou um grande efetivo policial na busca
Três enfermeiras trabalharam acomodando-o na maca, enquanto observavam a doutora que o transladou, junto do Dr. Covella e da Dra. Lluch.
 
Ajudaram-lhe a tirar toda à roupa e o Dr. Covella iniciou uma revisão superficial que não mostrou anormalidades. Consultado sobre se lhe aplicariam algum tipo de sedativo, a resposta foi negativa, já que Pucheta manifestava ter sono e desejos de dormir, deixando inconclusas algumas respostas às perguntas que lhe fazia o médico dizendo que queria dormir.
 
O Dr. Covella confirmou que faria análises completas (sangue, urina) e que ele permaneceria internado ao menos por 24 horas em observação.
 
Olhos vermelhos 
(Do relatório de Oscar "Quique" Mario do Ceufo)
 
Chama a atenção a quantidade de relatos que nos últimos anos da década de 1990, começaram a ser registrados nessa província, contendo a seguinte descrição: olhos vermelhos.
É compreensível que estamos ante uma tipologia que enquanto não é desconhecida, tem verdadeiro grau de agressão pela sequela que causa à testemunha.
 
Isto é sustentado ao ser comparado com outros incidentes como o caso Platner (agosto de 1983) ou o caso Castellano (ano 1999), embora há outros como o caso Sayazo (abril de 1980) em que tiveram uma atitude hostil para com a testemunha, quando foi tomado pela cabeça por um dos seres e a testemunha relatou ter sentido "uma pontada" que lhe produziu a perda do conhecimento.
 
 
Os "olhos vermelhos" foram descritos por um viajante quando o caso foi produzido em que interveio o comissário David Galego, da delegacia de Telén, no final da década de 1990. Durante o período de mutilações de animais, houveram vários casos em que testemunhas afirmaram ter observado "algo" que só puderam descrever "os seus olhos vermelhos".
 
Alguns compararam, no momento de sua descrição: "como se fossem duas brasas". O caso produzido na zona rural de Parera, tem como eixo central ao protagonista (um jovem de 17 anos), um estranho ser de que não pôde descrever sua forma mas sim "os seus olhos vermelhos" que o deixaram cego e no estado em que foi encontrado.
 
Também neste caso, a testemunha, apesar da experiência, pôde chamar por seu telefone celular a um familiar para que fosse buscá-lo.
 
Ainda há outro caso chamativo com verdadeiro grau de agressão. É o do produtor rural de Jacinto Arauz que enquanto percorria uma quadra de campo, foi surpreendido por um Ovni, que visto de baixo lhe deu a sensação de que era "como um silo" do que chegou a distinguir "três pés" e que desde esse "aparelho" saiu um "raio" que lhe atingiu dois dedos de sua mão esquerda em que portava um telefone celular, que contrariamente à natural lei da gravidade, em lugar de cair ao solo, ascendeu ao aparelho. Interviram a justiça de General Acha e a polícia de Jacinto Arauz. O telefone celular nunca apareceu.
 

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