Télecinese

03/10/2014 00:46

Em espiritismo, ocultismo e parapsicologia, a psicocinese ("movimento mental") ou telecinésia ("movimento à distância") descreveria o suposto fenômeno ou capacidade de uma pessoa movimentar, manipular ou abalar um sistema físico sem interação física, apenas usando a mente. O termo psicocinese foi criado em 1914 pelo autor estadunidense Henry Holt e popularizado pelo parapsicólogo estadunidense J.B. Rhine nos anos 30. Já o termo telecinésia foi criado em 1890 pelo parapsicólogo russo Alexandre Aksakof. Tal fenômeno não é provado cientificamente e muitos cientistas o consideram como fraude, enquanto muitos outros cientistas o consideram como autêntico.

Alguns estudiosos distinguem a psicocinesia, que está mais ligada ao âmbito da atuação sobre seres animados ou inanimados – por exemplo, a cura de um organismo -, da telecinesia, que diz respeito à movimentação de algo – como um vaso que se desloca. O importante, porém, é que nos dois casos a psique está agindo sobre a dimensão física.

Os que crêem nestes eventos os atribuem ao campo da Parapsicologia. Algumas pessoas estão convictas da existência destes fenômenos porque testemunharam a sua ocorrência; outros se revelam totalmente céticos. Não há, portanto, um consenso sobre este assunto, pois enquanto um grupo defende que este tema foi comprovado cientificamente, o outro simplesmente ignora qualquer evidência conquistada pela Ciência.

Evidências

Ao longo da História vários casos de telecinesia foram documentados, englobando levitações, curas inexplicadas, o aparecimento de luzes estranhas, e tantos outros poderes anteriormente conferidos àqueles que eram considerados santos ou feiticeiros. Também na doutrina espírita, datada do século XIX, são relatados eventos de materialização e desmaterialização, bem como a ocorrência de sons, pancadas e batidas em recantos de determinadas residências.
No século XX, especialmente nos anos 30, houve um desenvolvimento acelerado das pesquisas nesta área, mais concentradas no território norte-americano e na Rússia. Nos EUA o conhecido estudioso Joseph Banks Rhine, professor da Duke University, situada na Carolina do Norte, foi o grande pioneiro nas experiências científicas com a Telecinesia. Seus estudos determinaram o início de novos tempos no esforço pela comprovação destes fenômenos em ambiente mais adequado às experimentações acadêmicas.

Um dos mais famosos casos de psicocinese supostamente real foi a dona de casa russa Nina Kulagina, que durante algumas décadas foi estudada e testada por dezenas de cientistas (incluindo dois laureados com o Prêmio Nobel), sendo que muitos dos cientistas concluíram que ela realmente possuía psicocinese25 26 Além dessa capacidade paranormal, ela supostamente também possuiria clarividência. Segundo estudos feitos com Kulagina pelo fisiologista Genady Sergeyev, a pulsação da russa chegava a 240bpm durante a realização da psicocinese. Em 1990, ela morreu por infarto cardíaco fulminante, o que muitos acreditam ter sido causado pelas exigências físicas de suas capacidades paranormais.

Um outro caso é o da médium polonês Stanisława Tomczyk, que alegava que o espírito "Little Stasia" era capaz de realizar psicocinese através dela. É notória a fotografia em que ela aparece supostamente realizando telecinésia em uma tesoura, ao lado do psicólogo Julian Ochorowicz.

Carrie, a estranha

Um dos exemplos mais famosos de psicocinese na ficção tenha sido o da personagem vivida por Sissy Spacek no filme Carrie, a Estranha, do diretor Brian de Palma. Sissy interpreta Carrie, uma menina repudiada por seus colegas, que resolve usar seu "dom especial" ao ser brutalmente humilhada na noite do baile de formatura. Sissy foi indicada ao Oscar por essa interpretação. O filme, de 1976, foi baseado no best-seller de Stephen King, Carrie, e possuiu a continuação chamada A Maldição de Carrie, onde outra adolescente é acometida do mesmo mal que vitimou a personagem título do primeiro filme.

Como desenvolver?

Objetivo: fazer girar um pedaço de papel sobre uma agulha.
Você vai precisar: papel, agulha e uma base para apoiar a agulha (isopor, vela, papelão, por exemplo)

1. Pegue o papel e deixe ele quadrado. Não pode ser muito grande. O meu tem 5 x 5 cm. Agora faça um triângulo, abra e deixe ele novamente quadrado. Agora faça um outro triângulo ("cruzando" o primeiro). Depois aperte (dobre) entre os 4 triângulos formados, formando 8 triângulos. O papel vai parecer um guarda chuva.

2. Agora pegue a agulha e espete na base, no meu caso um pedaço de vela.

3. Coloque o papel sobre a agulha e pronto.

O exercício:
1. Certifique-se que no local não exista corrente de vento e não respire direto no papel
2. Sente-se relaxado e estenda as mãos ao lado da PSI Wheel que você fez
3. Agora concentre-se. Você deve estar focado no que deseja fazer.
4. Pense que sai uma extensão de sua mão e que ela fará o objeto girar para uma determinada direção e somente nesta direção.
5. Paciência e treino, muito treino.

Só não vai matar seus colegas de escola com esse poder!

Fonte: Wikipédia, InfoEscola, Assombrado.