Qual foi o destino do voo EgyptAir : O que teria causado o incidente Erro humano, UFOs ou Meteoro ?

28/05/2016 08:51

Como cai um avião

 

 

 

O avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Mas algo sempre pode dar errado. Quais são os principais riscos de voar? E o que realmente pode acontecer durante um acidente?

 

Despressurização 

 
Quanto mais alto você está, mais rarefeito é o ar. Com menos resistência do ar, o avião consegue voar muito mais depressa - e gasta bem menos combustível. É por isso que os aviões comerciais voam bem alto, a 11 km de altura. O problema é que, nessa altitude, a pressão atmosférica é muito baixa (veja no infográfico abaixo). Não existe ar suficiente para respirar. Por isso, os aviões têm um sistema que comprime o ar atmosférico e joga dentro da cabine: a pressurização. É uma tecnologia consagrada, que estreou na aviação comercial em 1938 (com o Boeing 307). Mas, como tudo na vida, pode falhar. Sabe quando a aeromoça diz que "em caso de despressurização, máscaras de oxigênio cairão automaticamente"? Não assusta muito, né - parece bem menos grave do que uma pane na turbina do avião, por exemplo. Ledo engano. A despressurização pode matar, e rápido. Ao contrário do afogamento ou de outros tipos de sufocação, aos quais é possível resistir por alguns minutos, uma despressurização aguda faria você apagar em menos de 15 segundos. Em agosto de 2008, um Boeing 737 da companhia Ryanair, que ia para Barcelona, sofreu despressurização parcial da cabine. "Veio uma lufada de vento gelado e ficou incrivelmente frio. Parecia que alguém tinha aberto a porta do avião", contou um dos passageiros ao jornal inglês Daily Telegraph. Para piorar as coisas, nem todas as máscaras de oxigênio caíram automaticamente. E, das que caíram, várias não liberavam oxigênio. O que salvou os 168 passageiros é que o avião estava voando a 6,7 km de altura, mais baixo do que o normal, e isso permitiu que o piloto reduzisse rapidamente a altitude para 2,2 km, onde é possível respirar sem máscara.
 

Falha estrutural (ou como a força G pode despedaçar a aeronave). 

 
O avião pode perder uma asa, leme ou outra parte vital quando está no ar. Quase sempre, o motivo é manutenção malfeita - a estrutura acumula desgaste até quebrar. Mas isso também pode acontecer com aeronaves em perfeito estado. Se o piloto fizer certas manobras, gera forças gravitacionais muito fortes - e a fuselagem arrebenta. Foi o que aconteceu em 2001, com um Airbus A300 da American Airlines que decolou de Nova York. O piloto pegou turbulência, se assustou e tentou estabilizar a aeronave com movimentos normais, porém bruscos. O rabo do avião quebrou e o A300 caiu, matando 260 pessoas. Pode parecer um caso extremo, mas a resistência dos aviões à força G é uma preocupação central da indústria aeronáutica. Os jatos modernos têm sistemas que avisam quando estão voando com ângulo, velocidade ou trajetórias que possam colocar em risco a integridade da fuselagem. E a Boeing adiou o lançamento de seu novo avião, o 787, para alterar o projeto dele (simulações indicaram que, durante o voo, as asas poderiam sofrer forças G altas demais).

 

Pane nas turbinas 

 
O maior inimigo das turbinas não são as falhas mecânicas; são os pássaros. Entre 1990 e 2007, houve mais de 12 mil colisões entre aves e aviões. As turbinas são projetadas para suportar alguns tipos de pássaro (veja abaixo), e isso é testado em laboratório com uma máquina, o "canhão de galinhas", que dispara frangos mortos contra as turbinas a 400 km/h. Desde 1990, 312 turbinas foram completamente destruídas em voo pelos pássaros. Se o avião perder um dos motores, consegue voar só com o outro. Mas, se isso acontecer durante a decolagem, quando a aeronave está baixa e lenta (90% dessas colisões acontecem a menos de 1 000 metros de altitude), ou se os pássaros destruírem ambas as turbinas, as consequências podem ser dramáticas. Como no incrível caso de um Airbus A320 da US Airways que perdeu os dois motores logo após decolar de Nova York, em janeiro de 2009. Mesmo sem nenhuma propulsão, o piloto conseguiu voar mais 6 minutos e levar o avião até o rio Hudson. Num dos raríssimos casos de pouso bem-sucedido na água, ninguém morreu.
 

Erro humano 

 
Os acidentes aéreos são uma sequência de erros que se somam. E, em 60% dos casos, essa equação inclui algum tipo de falha humana. A pior de todos os tempos aconteceu em 27 de março de 1977. Foi na ilha de Tenerife, um enclave espanhol a oeste da costa africana. Vários fatores se juntaram para produzir essa tragédia. Primeiro: um atentado terrorista fechou o principal aeroporto de lá e fez com que todo o tráfego aéreo fosse desviado para um aeroporto menor, Los Rodeos, que ficou sobrecarregado e cheio de aviões parados no pátio. Entre eles, dois Boeing 747. Um vinha de Amsterdã, o outro de Los Angeles. O avião americano solicitou autorização para decolar. Quem estava no comando era o piloto Victor Grubbs, 57 anos e 21 mil horas de voo. A torre de controle respondeu negando - era preciso esperar a saída do outro 747, o holandês, pilotado pelo comandante Jacob van Zanten. Zanten ficou impaciente, porque sua tripulação já estava em serviço havia 9 horas. A torre de controle reposicionou as ae­ronaves. O nevoeiro era muito forte e, por um erro de comunicação, o avião americano foi parar no lugar errado. Ignorando instruções, o 747 holandês começou o procedimento de decolagem. Ace­lerou e bateu com tudo no outro avião, que manobrava à frente. Foi o pior acidente da história, com 583 mortos.
 
 

Turbulência

 

Turbulência não derruba avião. Os jatos modernos são projetados para resistir a ela. Você já ouviu esse discurso? É uma meia-verdade. Um levantamento feito pela Federal Aviation Administration (FAA), agência do governo americano que estuda a segurança no ar, revela que entre 1992 e 2001 houve 115 acidentes fatais em que a turbulência esteve envolvida, deixando 251 mortos. Na maior parte dos casos, eram aviões pequenos, mas também houve mortes em aeronaves comerciais - as vítimas eram passageiros que estavam sem cinto de segurança, e por isso foram arremessados contra o teto a até 100 km/h (velocidade suficiente para causar fratura no pescoço). Ou seja: em caso de turbulência, o maior perigo não é o avião cair. É você se machucar porque está sem cinto. Os aviões têm instrumentos que permitem detectar com antecedência as zonas turbulentas, dando tempo para desviar, mas isso nem sempre é possível: existe um tipo de turbulência, a "de ar limpo", que não é captada pelos instrumentos da aeronave. Felizmente, é rara: só causou 2,88% dos acidentes fatais.

 

Pilotos relatam Ovni uma hora antes do acidente da EgyptAir

 
 
 
Dois pilotos de uma aeronave comercial da Turquia fizeram uma declaração extraordinária a respeito de um OVNI voando por sobre sua aeronave, a somente uma hora antes do acidente da EgyptAir.
 
Agora, os maiores veículos de imprensa da Turquia reportaram que dois pilotos teriam dito que viram um objeto com luzes verdes passar pelo seu jato comercial, quando estavam se aproximando do Aeroporto Atatuk, em Istambul, por volta das 23h30, na quintá-feira.
 
Aconteceu que a aeronave passou próxima do distrito da Capital da Turquia de Silivri, quando estava à uma altitude de 17.000 pés.
 
 
De acordo com o Hurriyet Daily News, os pilotos disseram ao controle de tráfego: “Um objeto não identificado, com luzes verdes, passou de 2.000 a 3.000 pés acima de nós.  Então ele desapareceu repentinamente. Achamos que tenha sido um OVNI (Neste caso, OVNI se refere à uma nave extraterrestre, e não ao termo original da palavra)”.
 
A aeronave da EgypAir se acidentou por volta de 800 quilômetros dali, no Mar Mediterrâneo, a aproximadamente uma hora mais tarde.
 
A Diretoria Geral da Autoridade dos Aeroportos do Estado disse que não encontrou nada nos radares que poderia ser ligado ao que os pilotos turcos descreveram.
 
O avistamento do OVNI aprofunda o mistério sobre o acidente aéreo, após notícias de que o piloto falou sobre ‘uma descida de emergência’ para apagar um incêndio.
 
Mas, fontes da aviação em Paris agora disseram que o piloto da EgyptAir disse aos controladores de voo que estava fazendo um pouso de emergência devido a aeronave estar cheia de fumaça…
 
Novas informações fazem com que um ataque terrorista parece ser ‘menos provável’, mas isto ainda não foi descartado…
 
 
 

Meteoro pode ter atingido o avião da EgyptAir

 
 
Em 17 de maio, o Complexo Okno de Vigilância Espacial Optoeletrônica, no Tajikistan enviou um alerta à ADF de que tinha detetado/descoberto um asteroide se aproximando da atmosfera terrestre sobre a América do Norte, à uma velocidade estimada de 67.000 km/h, e uma massa de entre 8.000 a 10.000 toneladas.
 
Ao ser alertado desse evento pelo Okno, o relatório diz que a ADF redirecionou um satélite Konopus para observar este objeto espacial, e que detetou sua entrada na atmosfera acima do nordeste dos Estados Unidos – sendo o bólido capturado em vídeo pela polícia estadunidense no estado de Nova Iorque, e descrito como sendo uma bola de fogo espetacular.
 
 
Após o bólido ter atingido a atmosfera sobre a América do Norte, o relatório diz que ele se quebrou em muitas partes, com algumas sendo ejetadas em uma trajetória de órbita mais alta, e o pedaço maior caindo de volta na Terra menos de 24 horas mais tarde, quando, em 18 de maio, sobre a Argentina explodiu  ao reentrar na atmosfera, causando estrondos.
 
Veja abaixo o vídeo do bólido explodindo no céu de Pinamar, na Argentina:
 
 
Com dezenas de milhares de fragmentos, estimados entre 5 a 60 centímetros, ainda esperados a entrar na atmosfera da Terra entre 18 e 20 de maio, o relatório diz que tanto dados do Okno, quanto do satélite Kanopus, determinaram que as regiões mais prováveis de serem afetadas por estes destroços espaciais seriam entre a Groenlândia e Austrália, devido à órbita original norte-sul deste meteoro.
 
Como um número de sistemas de mísseis superfície-ar S-400 estão atualmente espalhados pela Síria, e levando em consideração sobre o receio de que os pedaços maiores deste meteoro queimando na atmosfera poderiam ativá-los se caíssem próximos dos radares, o relatório diz que a Força de Defesa Aérea – ADF enviou um alerta aos comandantes destas forças, alertando-os do que poderia ocorrer.
 
Menos de 48 horas após o alerta da ADF , o relatório diz que o Voo 804 da EgyptAir, enquanto estava sobre o Mar Mediterrâneo a caminho do Cairo, saindo de Paris, aparentemente voou para dentro de uma chuva de pedaços do meteoro, onde foi atingido, causando uma descompressão explosiva de sua estrutura, o que acabou matando todos os 66 passageiros e tripulação.
 
Este relatório ainda diz que o primeiro alerta sobre o acidente desta aeronave foi recebido a partir de um navio mercante grego, o qual relatou que sua tripulação havia testemunhado um clarão no céu por volta do mesmo horário que o Voo 804 desapareceu (Isto é muito similar ao relato dos pilotos espanhóis que viram um “intenso clarão” na área onde o Voo 447 da Air France caiu na costa do Brasil, em primeiro de junho de 2009, matando todos os 228 passageiros, cuja especulação de que esse voo também havia sido abatido por fragmentos de meteoros foi levantada).
 
Também importante notar sobre a conclusão deste relatório, onde especialistas do Ministério da Defesa (Reino Unido) declaram que os EUA foram alertados pela ADF, que quando o alerta foi emitido para os comandantes dos S-400 [comandantes russos e estadunidenses conversam diariamente] sobre a possibilidade de seus encontros com fragmentos do meteoro, estes escolheram não dar atenção, ou nem passar as informações para seus aliados – o que é compreensível, quando considera-se o aumento de meteoros atingindo a Terra, fato este inexplicável até agora, tornado também as aeronaves alvos.