OVNIs / UFOs: Um documento oficial importante

15/08/2015 15:55

Tentar convencer os céticos e aqueles que têm dúvidas de que o fenômeno dos OVNIs é de reais proporções, nunca é uma fácil tarefa.  Na maioria das vezes eu nem me incomodo. Afinal, é uma perda de tempo, não minha, se eles escolhem a permanecer ignorantes.  Isso quer dizer, ignorantes no que diz respeito a serem uniformizados, e ignorantes a serem imbecis por recusar o valor reconhecido dos dados.
 
Nessas ocasiões, quando eu posso ser incomodado a debater com os céticos sobre o assunto OVNIs, muitas vezes faço uso dos arquivos governamentais, de inteligência e militares para mostrar meu ponto de vista.  A razão é simples: muitos registros oficiais sobre objetos voadores não identificados – e particularmente aqueles da década de 1940 e 50 – são excelentes.
 
Um exemplo perfeito é uma coleção de documentos da Força Aérea dos EUA, a qual detalha uma onda assombrosa de atividades de OVNIs, que ocorreu no início da década de 1958.  Estes são arquivos liberados sob os termos do Ato da Liberdade de Informação, mas que não têm recebido o comentário positivo que merecem.
 
O mistério começou na noite de 9 de março de 1958.  A localização: as agora fechadas instalações do Exército dos EUA na Zona do Canal do Panama chamada de Fort Clayton. Era por volta da 20h00, quando um OVNI foi rastreado por uma equipe anti-aérea, na área da Zona do Canal.  Mais sinais logo apareceram na tela.  Claramente, algo anormal estava para acontecer.
 
Acontece que Fort Clayton não era a única base monitorando a atividade aérea anormal.  A equipe de radar do Fort Amador, na Ilha Flamenco, estava também rastreando algo desconhecido no céu.  De fato, eles estavam rastreando dois OVNIs – ambos os quais mantinham um padrão circular por sobre as instalações próximas do Fort Kobbe.  Suas altitudes, porém, flutuavam entre 2.000 e 10.000 pés (600 m e 3.000 m, respectivamente).  Foi nessa hora que a equipe de radar da Ilha Taboga confirmou estar rastreando certos ‘desconhecidos’ também.
 
Logo antes da meia-noite, a equipe do Fort Amador resolveu tomar uma nova abordagem para tentar identificar os OVNIs: Eles os banharam com fortes holofotes com base no solo.  A resposta foi incrível: em não mais do que um punhado de segundos, os OVNIs subiram de 2.000 para 10.000 pés.
 
Os registros oficiais sobre esta situação particularmente alarmante declara: “…foi um movimento tão rápido que o radar, que estava travado no alvo, se perdeu e não foi capaz de acompanhar a ascensão dos objetos…”
 
Esta atividade estranha e bizarra continuou pela madrugada de 10 de março – atividade que teve OVNIs pairando e acelerando a velocidades de aproximadamente 1.600 km/h, e objetos desconhecidos no radar.  Mais tarde naquele mesmo dia, OVNIs foram monitorados claramente reagindo à presença de aeronaves despachadas para interceptá-los.  Os arquivos também falam de um relato de OVNI do capitão de um avião DC-6, das Aerolinhas Pan American, que foi descrito como sendo maior do que o avião e que estava indo na direção sul.
 
Claro, nada disso nos dá uma indicação real do que eram esses OVNIs. Porém, a referência aos objetos pairando em grandes altitudes no céu, objetos definitivamente desconhecidos acelerando até velocidades por volta de 1.600 km/h, e de sistemas de radar que foram “incapazes de acompanhar a ascensão dos objetos”, que presumiram-se ser sólidos, coletivamente sugerem que veículos de naturezas altamente avançada estavam em evidência na Zona do Canal em março de 1958.  E, é claro, não vamos esquecer que os OVNIs reagiram, de forma espetacular, ao serem iluminados pelos holofotes.
 
E essa foi somente a ponta do iceberg.  Você pode ler o documento original completo online, neste link, começando da página 15 em diante.
 
Assim, da próxima vez que um cético te disser que OVNIs não existem, indique-o aos muitos e variados arquivos que têm surgido a partir da legislação de Liberdade da Informação.  É uma forma ideal para calar suas bocas.
 
-Nick Redfern