O UFO que teria "derretido" um homem ! 0 caso assustador de Araçariguama

30/04/2015 23:45

Em 1946, cerca de um ano antes do famoso incidente no Monte Rainer (EUA) que proclamou o início da era moderna dos OVNIs, um campones morria de forma estranha na zona rural do Brasil.

 

 

 

 

Em 1946, cerca de um ano antes do famoso incidente no Monte Rainer (EUA) que proclamou o início da era moderna dos OVNIs, um campones morria de forma estranha na zona rural do Brasil.
Uma estranha luz conduziu, em poucas horas, João Prestes Filho à morte por causa de intensas queimaduras. Segundo algumas testemunhas, ou pelo desprendimento de suas carnes deixando expostos ossos e tendões, segundo outras.
Era numa semana de carnaval e João, que odiava tais festividades decidiu ir pescar, montado em sua carroça. Ele vivia em Araçariguama, interior do Estado de São Paulo e, na ocasião, um lugar muito isolado e tranqüilo. Seu irmão falou com ele após o incidente. Ele, contou que ao voltar à casa, abriu a janela e algo como um fogo ou "tocha de fogo" entrou no quarto onde se
encontrava. Ele caiu no chão e sentiu que seu corpo ardia. Ele se enrolou em uma manta e veio caminhando mais de dois quilômetros até a vila. Diziam que João só estava queimado da cintura para cima, à exceção dos cabelos. João morreu antes de entrar no hospital, Foi publicado em vários livros em inglês, japonês e até em russo que João Prestes morreu de uma maneira atroz, com pedaços de seu corpo caindo, como as orelhas, ou a carne dos braços. Isto está correto? Não, sua aparência, segundo a família, que o acompanhou ao hospital, era realmente muito penosa, mas não chegava a isso. apresentava queimaduras graves pelo corpo. A pele, carne, estava escura. Não apresentava nenhuma lesão corporal,
 
Um dado interessante: Em Araçariguama e região, naqueles tempos, viam-se constantemente umas bolas de fogo que diziam ser 'assombrações'. Alguns acreditavam que procediam da mina de ouro que hoje em dia está fechada. E aconteciam outras coisas raras.
A "tocha" ou "bola de fogo" também foi vista em várias ocasiões pelos habitantes da cidade, um objeto que assustava os cavalos e cavaleiros que transitavam pelas escuras noites de Araçariguama para chegar às suas humildes casas no campo. "As luzes eram vistas mais entre as 3 e 4 horas da madrugada, e eram três ou quatro vezes maiores que a Lua. As pessoas sentiam o calor das luzes ainda que estivessem longe. Distanciavam-se a velocidades tremendas.
Sentado no canto do sofá de sua humilde casa, Vergílio nos contou que era primo de segundo grau de João Prestes. "Eu nasci e me criei em Araçariguama. Alí comecei a trabalhar na mina de ouro Morro Velho aos 15 ou 16 anos. Havia um engenheiro inglês que não sabia escrever meu nome e me chamava 'garoto de ouro'. Mas eu lhe contei o que sei sobre a horrível morte de João. Foi em 1946, e era carnaval. Foi pescar próximo dali, no rio Tietê, montado em sua carroça, enquanto a esposa e os filhos foram às festividades. Fazia tempo seco, não chovia. Quando voltou, colocou seu cavalo no curral e deu-lhe de comer. Em seguida, colocou os peixes numa travessa e esquentou no forno a lenha a água para tomar banho em uma bacia. Quando trocou de roupa apareceu-lhe, no quarto, uma espécie de raio de luz amarela que iluminou tudo. João sentiu que seu corpo
ardia e que a barba, ainda curta, estava queimada. Apavorado e sem poder mover as mãos, João levantou o pino da porta de saída da casa com os dentes e lançou-se descalço à rua - pois nunca usava calçado-,correndo mais de dois quilômetros até chegar, aos gritos, à casa de sua irmã Maria, perto da igreja de Araçariguama. Ali se jogou na cama e disse que estava queimado.
Depois começou a trovejar, trovejar e caiu uma forte chuva...", "Então, você viu João Prestes quando agonizava?", foi perguntado: "Sim. Meu primo, Emiliano Prestes, era meu vizinho, e me chamou. Quando cheguei à casa de Maria, encontrei João Malaquías, o delegado, falando com João, este deitado na cama e começando a travar a língua. Sua pele, que era branca, estava tostada, meio marrom, como se tivesse assado. O mais queimado eram as mãos e o rosto. As mãos estavam retorcidas. Seu pelo não queimou e tão pouco seus pés nem as roupas. Só queimou da cintura para cima. Os pés estavam esfolados por ter saído correndo e pisando sobre pedras".
 

 

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