O mistério de Stonehenge

21/08/2014 22:45
 
O mistério em torno de Stonehenge, repentinamente, ficou mais profundo, literalmente falando. Um estudo, considerado o primeiro do gênero, sugere que 15 monumentos, anteriormente desconhecidos ou pouco conhecidos, estão escondidos sob um antigo monumento de pedra e seus arredores.
Para realizar o estudo, os pesquisadores utilizaram várias técnicas, entre elas um radar de penetração no solo e escaneamento a laser 3D, para criar um mapa do subsolo altamente detalhado de toda a área. Segundo um comunicado do Instituto Ludwig Boltzmann de Prospecção Arqueológica e Arqueologia Virtual, um dos parceiros do estudo, as tecnologias usadas são muito menos destrutivas do que as técnicas tradicionais, que usam escavação exploratória.
Conhecido como "Stonehenge - Projeto Paisagem Escondida”, o esforço de quatro anos sugere que aconteceram muitos mais coisas na região do que imaginado - como evidenciam todos os monumentos recentemente identificados.
Uma das novas descobertas é uma espécie de calha antiga, que corta uma vala de leste a oeste, conhecida como "Cursus", de acordo com o Vince Gaffney, arqueólogo da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e um dos cientistas por trás do projeto.
Gaffney acredita que Cursus se alinha com o nascer do sol nos equinócios de primavera e outono, e que o vale recém-descoberto pode ter servido para as pessoasrealizarem processos cerimoniais em direção ao centro de Stonehenge para o sul.
A calha e os outros monumentos recém-descobertos têm "transformando absolutamente" a maneira como os arqueólogos estão estudando a área, disse Gaggney. No entanto, "até que você cave buracos", reconheceu o arqueólogo, "você simplesmente não sabe o que realmente há ali."
A nova pesquisa se ​​baseia em resultados de outubro do ano passado, indicando que a área em torno de Stonehenge é a mais antiga região da Grã-Bretanha continuamente ocupada. Os cientistas acreditam que a área pode ter sido ocupada a partir de 8.820 a.C..
 
Fonte:

The Smithsonian Magazine

 
 
Cientistas revelam as extratordinárias propriedades das rochas de Stonehenge
 
Pesquisadores britânicos, reportando para o Time & Mind: the Journal of Archaeology, Consciousness and Culture, podem ter solucionado o mistério do porquê dos construtores de Stonehenge terem escolhido trazer rochas a 320 km de distância do País de Gales para o planalto de Salisbury.
 
Seu estudo piloto está focado nas rochas conhecidas como bluestones (pedras azuis) da cadeia de montanhas Carn Menyn, Colinas de Preseli, no sudoeste do País de Gales, que é a região fonte de algumas das rochas utilizadas em Stonehenge.
 
De acordo com lenda local, essas rochas possuem propriedades mágicas e de cura.  Mas o que o Dr. Paul Devereux e o Dr. Jon Wozencroft da Faculdade Real de Artes em Londres agora descobriram são as extraordinárias propriedades sonoras dessas rochas, as quais poderiam ter sido o fator de terem sido utilizadas em Stonehenge.
 
Após testarem mais de 1000 rochas ao longo de toda a cadeia de montanhas de Carn Menyn, eles descobriram que em média, entre 5 a 10 por cento das rochas vibraram com um sino quando impactadas.  Em alguns pontos, o número sobe de 15 a 20 por cento, com algumas pequenas áreas contendo o dobro deste percentual.
 
“Quando impactadas, algumas soam na faixa metálica, desde tons puros como um sino, até como uma bateria de lata, e até com a ressonância similar a de gongos“, explicaram os doutores Devereux e Wozencroft.
 
Sabendo que as rochas de Stonehenge vieram desta região do País de Gales, os cientistas foram até Stonehenge para testá-las.
 
“Foi o som a razão chave por detrás do inexplicável transporte dessas rochas de Preseli para Salibury…?  Stonehenge nunca nos confirmará este fato.  Mas devido ao que o estudo descobriu, tal sugestão pode soar verdadeira, pendendo ainda mais pesquisa.”
 

 

Fonte : Ovni Hoje