O caso do piloto Carlos Antonio de los Santos Montiel (Capturado em pleno voo)

07/12/2015 22:48
 
 
 
Em 02 de maio de 1975, Carlos Antonio de los Santos Montiel decolava do Aeroporto Internacional Benito Juarez, na Cidade do México, em uma aeronave Piper PA-24, levando dois passageiros consigo para Lazaro Cardena, uma cidade situada no delta do Rio Balsas.  Eles chegaram a seu destino sem problemas.
 
Na tarde do mesmo dia, ele decidiu retornar para sua base na Cidade do México, mas a bateria da aeronave falhou, levando duas a três horas para ser reparada.  Já ficara tarde para retornar à Cidade do México, ele então decidiu voar para Zihuatanejo.  Lá ele jantou e dormiu, com a intenção de continuar na manhã seguinte.
 
Às 10h30, no sábado, dia 03 de maio, ele decolou de Zihuatanejo, mas devido ao fato de que a rota que ele deveria tomar estava com uma cobertura de nuvens pesada e o tempo ruim, ele subiu para 3.000 metros de altitude.  Uma vez que alcançou esta altitude, ele tomou a rota G-3, a qual deveria ser utilizada a 3.300 metros de altitude.  Mas já que esta rota também tinha muitas nuvens e névoa, ele subiu para 4.500 metros para passar por cima dos obstáculos.
 
Ao longo de seu voo, repentinamente ele notou a presença de um objeto não identificado, se posicionando a aproximadamente 25 cm acima da asa direita de sua aeronave.  Ele ficou tremendamente surpreso e confuso.  Quatro ou cinco segundos mais tarde, ele observou um segundo objeto voador colocando-se a 25 cm da asa esquerda.  Nesse momento, ele começou a ficar extremamente nervoso.
 
Então, ele descobriu um terceiro objeto se movendo rapidamente, perdendo altitude e se posicionando na frente de sua aeronave.  Por um momento ele pensou que iria chocar contra o objeto, mas o objeto se posicionou na parte inferior de sua aeronave.
 
Quase que instantaneamente ele ficou chocado e amedrontado ainda mais, o que causou com que ele começasse a chorar e tremer.  Ele se comunicou com o Centro de Controle de Tráfego Aéreo e contou a eles o que estava acontecendo.  A comunicação foi mais o menos assim:  “Central do México, Central do México, este é o Extra Alfa União, mayday, mayday, mayday“, e ele não recebeu nenhuma resposta.  Novamente ele tentou estabelecer contato repetindo “mayday, mayday, mayday” de desta vez ele recebeu a seguinte resposta: “Pode falar, Extra Alfa União, esta é a Central do México; qual é a sua emergência?”  Ele respondeu: “Eu estou voando com três objetos visuais não identificados ao meu redor; eu estou chorando; estou muito nervoso; não sei o que fazer“.
 
 
A Central do México não respondeu e o silêncio aumentou seu medo.  Ele pensou talvez que eles não tinham acreditado nele e nem queriam responder.
 
Já que ele estava certo de que o terceiro objeto estava junto à parte inferior de sua fuselagem, ele decidiu baixar o trem de aterrissagem, na esperança de desprender objeto da aeronave se possível, ou descobrir se o trem de aterrissagem estava danificado.  Ocorreu que o trem de aterrissagem não desceu; não havia indicações de luz no painel e a alavanca de emergência não funcionou também, o que significava que o objeto bloqueou o trem de aterrissagem de baixar.
 
 
A aeronave continuou a voar sem problemas e ele decidiu direcionar a aeronave para a esquerda para ver se o objeto na asa direita se desprenderia.  Mas isto se provou impossível, pois os controles também não respondiam.  A aeronave continuava a voar, mas ele havia perdido o controle.  Aparentemente os objetos estavam controlando a aeronave.
 
Novamente ele tentou comunicação com a Central do México e os informou que forças desconhecidas estavam controlando sua aeronave.  Novamente, não recebeu nenhuma resposta.  Ele pensou talvez que seu rádio não estava funcionando, ou que os objetos estavam bloqueando a transmissão.
 
 
Os OVNIs não o tiraram de seu trajeto pretendido.  Porém, o velocímetro registrava uma velocidade anormalmente baixa e o altímetro indicava que ele estava ascendendo rapidamente, a aproximadamente 4,5 a 6 metros por segundo.  Isso era perigoso, pois sua cabine não era pressurizada.
 
Após ser escoltado por 18 minutos, enquanto se aproximava da cadeia de montanhas Ajusco e praticamente voando por sobre a cidade de Tlalpan, os objetos o apontaram em direção a alguns vulcões.  Ele não os viu novamente e retomou o controle de sua aeronave, mas estava ainda muito assustado.  Quando os objetos partiram, dois radares do Aeroporto Internacional de Benito Juarez captaram os mesmos ao redor da aeronave, fazendo manobras que nenhum avião no mundo poderia naquela época.
 
 
Já que ele sabia que o trem de aterrissagem talvez não estivesse funcionando, ele alertou a torre de controle durante sua abordagem final ao aeroporto, e pediu permissão para voar por sobre a pista, assim eles poderiam avaliar sobre as condições do trem de aterrissagem.
 
Devido à essa emergência, o aeroporto ficou fechado por uma hora e dezessete minutos.
 
Ele voou sobre a pista do aeroporto para uma tentativa de aterrissagem e a torre de controle o informou que o trem de aterrissagem estava completamente recolhido, embora os indicadores mostrassem que ele estava baixado.  Por oito vezes ele tentou baixar o trem de aterrissagem com o sistema elétrico, mas não obteve sucesso.  Após a oitava tentativa, ele fez mais quatro com o sistema de emergência e finalmente o trem de aterrissagem baixou.  Porém, ele temia que o trem de aterrissagem não estivesse completamente baixado, e ao tocar o solo poderia se recolher.  Mas mesmo com estas dúvidas em mente ele se arriscou e, por sorte, o trem de aterrissagem funcionou perfeitamente.
 
O caso recebeu atenção mundial e Carlos contou sua história a um número de importantes pesquisadores e em várias conferências sobre o assunto.  
 

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