Nova teoria indica que a Grande Esfinge pode ter sido construída pelos habitantes de Atlântida

07/06/2017 18:44

Nova teoria liga mistério da Grande Esfinge à cidade perdida de Atlântida

 

 

Grandes enigmas surgiram em torno da Grande Esfinge de Gizé ao longo da história. Esse extraordinário monumento, de 20 metros de altura e 57 metros de comprimento, localizado na margem oeste do rio Nilo, não possui nenhuma inscrição que permita identificar seu construtor. Não se sabe também quantas pessoas trabalharam em sua edificação nem o tempo que elas levaram para isso, e, muito menos, a aparência que tinha seu rosto original e o motivo de ter perdido seu nariz. 
 
Uma teoria, que não foi proposta por arqueólogos nem por pesquisadores, mas por um vidente americano chamado Edgar Cayce, afirma que a criação da Grande Esfinge de Gizé remonta há 15 mil anos e está diretamente ligada à história de Atlântida. 
 
Uma das visões de Cayce (durante suas sessões visionárias) lhe permitiu afirmar que, dentro da monumental escultura, existe uma biblioteca que contém informações valiosas sobre o continente perdido, o que aconteceu ali nos tempos da construção da Esfinge e os relatos sobre a destruição do continente. 
 
 
Cayce afirma que após a destruição de Atlantida, seus habitantes fugiram com os arquivos de sua civilização para o Egito, enterrando eles perto (ou embaixo) da Esfinge: 
 
"No interior da esfinge, há uma biblioteca - também chamada de Hall of Records - guardando o registro de eventos decorridos em Atlântida a partir do momento em que a Esfinge foi construída, bem como suas realizações prodigiosas como uma civilização. Também existem registros de contatos que esta civilização mítica teve com outras nações (...) e a destruição do mítico continente. A biblioteca tambem guarda registros sobre como foi construida a Grande Pirâmide desde seu inicio, que junto com a Esfinge não são mais que cópias de construções que já existiam em Atlântida, agora submersa. A Esfinge tem sido desde a sua construção a sentinela guardando o segredo e acesso à biblioteca, que ninguém terá acesso até chegar o momento certo".
 
 
Apesar dessa teoria nunca ter sido provada, foram feitas descobertas que apontam em sua direção – por exemplo, a Estela do Inventário, uma lista dos monumentos de Gizé, encontrada em 1850. Uma das várias interpretações desse texto controverso permitiria deduzir que a Esfinge é muito mais antiga que Quéfren e Quéops, grandes faraós da quarta dinastia, contradizendo a versão proposta pela egiptologia convencional. 
 
 
Muitos acreditam, com base no que esta escrito na estela, que a Grande Pirâmide e a Esfinge de Gizé já existiam muito antes do aparecimento dos faraós da Quarta Dinastia (indicando que ele, o faraó Quéops, não foi o responsavel pela construção da Grande Pirâmide, e sim por outra, e que ambas, a Grande Pirâmide e a Esfinge, já existiam muito antes dele). É exatamente por isso que muitos acham que a estela nunca foi levada a sério, pois destruiria a história mainstream estabelecida pelos egiptólogos.