O Mistério da fazenda de Alexânia (Contato Imediato em Alexânia)

09/03/2016 16:30

Este é um dos mais importantes casos da ufologia, envolvendo numerosos investigadores e testemunhas que viram, fotografaram, e documentaram cada acontecimento . 

 
 
 
 Tudo começou em setembro de 1967. O Sr. Wilson Gusmão, comprou a fazenda do Vale do Rio, em Alexânia, a 120 km do Distrito Federal. Logo ele começou a notar estranhas e inexplicaveis ocorrências em sua fazenda. De início uma luz pequena (ou orb) se aproximava até cerca de 200 metros de sua casa, permanecendo ali de dois a três minutos, afastando-se logo em seguida. Este tipo de aparição ficou muito conhecido na região atraindo numerosos curiosos à fazenda. Com relatos que iriam de OVNIs, a aparições de fenomenos inexplicaveis, e até fantasmas .. 
 
 Em 27 de setembro do mesmo ano, Eunápio Gusmão, irmão de Wilson, saiu para caçar nas redondezas da fazenda, no momento em que apontava a arma para um animal ele observou algo que nunca havia visto em sua vida. Descendo do céu ele nota uma misteriosa nave em forma circular . Neste momento, já imobilizado observou que do objeto pousado surgiu uma porta de onde três estranhos seres o observaram por alguns segundos. Logo após, a porta se fechou e o disco elevou-se desaparecendo em alta velocidade no céu. Ao recuperar os movimentos Eunápio retornou à fazenda e reuniu os empregados, armando-os de pás e picaretas dirigiram-se até o local onde o objeto tinha aparecido. Ali cavaram na esperança de encontrar pedras preciosas conforme uma lenda folclórica (Uma lenda diz que onde bolas de luzes geralmente são vistas, possivelmente são sinais de que existam riquezas enterradas no local . Porem não existe como dizer que se trata dessa lenda em especifico) . No local encontraram apenas cristais de quartzo e nada mais. Mas apesar de não encontrarem nada valioso algo bizarro ocorreu . Durante o trabalho surgiram várias bolas de fogo que assustaram os empregados que foram abandonando a escavação aos poucos, já que os fenomenos passaram a se intensificar .
 
No dia 18 de fevereiro de 1968, às 8 horas da noite os empregados David e Amadeu observaram um belíssimo objeto no alto do morro e logo chamaram Wilson, que armou-se de um revólver e lanterna, dirigiu-se em direção a onde se localizava misterioso fenomeno. Do aparelho era projetado um facho de luz que alcançava aproximadamente 500 metros de distância. Foi então que ocorreu um fenômeno ainda mais interessante: O objeto apagou-se, mas o facho de luz  permanecia aceso . Ele simplesmente permaneceu imóvel no ar por aproximadamente 1 minuto sem qualquer ligação com a origem de onde havia sido projetado. Depois disso o objeto acendeu novamente suas luzes projetando novo facho de luz que alcançou o primeiro recolhendo-o como se fosse algo material.
 
Preocupado com as sucessivas ocorrências Wilson reuniu várias pessoas em sua fazenda com o objetivo de esclarecer o fenômeno. Deste grupo participaram: professor Walter Rádio; escritor José Roque Martins; jornalistas Volney Milhomem e Luiz Macedo; fotógrafo Luís Albuquerque; médicos Jarbas Rorrezenta e Cláudio Costa; advogado Gutemberg Rodrigues; General do Exército Alfredo Moacir de Mendonça Uchôa; major Jacob Zweiter; dr. Oswaldo França, do Tribunal Eleitoral; dr. Edmar Lins, industrial; dr. Evani Geraldo Viana, Procurador do IBRA.
 
Foram obtidas várias fotografias e estabelecidos vários contatos com os tripulantes destes aparelhos em várias ocorrências no local. Em uma destas ocasiões, o General Uchôa estava a postos com sua equipe, na fazenda, quando, aproximadamente às 8 horas da noite, surgiu um aparelho que realizou diversas evoluções aproximando-se a 20 metros do grupo de pesquisadores, aterrissando em seguida a 100 metros do grupo. No grupo estava o fotógrafo Albuquerque que bateu algumas chapas do objeto. Após o pouso, Wilson aproximou-se do objeto. Enquanto observava abriu-se uma porta e por ela surgiu um tripulante que olhou fixamente para Wilson. O misterioso ser acionou um dispositivo preso ao cinto. Logo após isso a criatura virou-se de costas e uma luz surgiu no morro. O tripulante do objeto virou-se novamente para onde estava Wilson. Enquanto isso o grupo de pesquisadores, a 100 metros dali, usavam um binóculo para acompanhar o encontro. Havia uma certa algazarra pois havia apenas um único binóculo para o grupo. Diante desse fato o tripulante do objeto apenas fazia movimentos com o rosto e expressões faciais . Em seguida ele levou a mão novamente ao cinto e surgiu um halo luminoso ao seu redor . Wilson podia ver o ser perfeitamente dentro do falo de luz, no entanto o grupo, acompanhando por binóculo via apenas uma esfera de luz ao lado da testemunha. Após isso o tripulante despediu-se com um pequeno gesto, entrou no objeto que decolou e desapareceu em rapidamente.
 
Video super interessante para complementar o caso 
 
Segundo Wilson, estes seres tinham entre 1,60m e 1,75m de altura, pele pálida, que lembrava porcelana, cabelos colados à cabeça; vestimenta colante ao corpo de cor cinza; botas com abas metálicas na parte superior. Em  outros casos ocorridos na fazenda houve comunicação entre as testemunhas e os tripulantes do objeto, que afirmaram estar interessados em conhecer nosso estágio de evolução, acompanhar o uso da energia nuclear pelos seres humanos que segundo eles poderiam ter repercussões negativas afetando vários povos terrestres e não terrestres.