Os Inúmeros mistérios de um dos lugares mais intrigantes do Brasil

13/11/2015 01:15

Introdução

 
Situada no Estado da Bahia, a Chapada Diamantina é um dos lugares mais belos e assombrosos de todo Brasil. Quem observa seus rios, cachoeiras, fauna e flora, não imagina os estranhos e macabros eventos ocorridos por toda a região . Essa paisagem maravilhosa esconde inúmeros mistérios e segredos não resolvidos até hoje . Os moradores e os turistas testemunham os mais bizarros acontecimentos: luzes estranhas no céu, gritos, berros e ecos aonde não há nada, criaturas que perseguem os turistas no meio da escuridão e falam um idioma desconhecido, entidades escuras que percorrem as matas fechadas, enfim, os relatos são tantos que a Chapada terminou ganhando uma linha de turismo específico, voltado apenas para explorar essas estranhezas. Abaixo alguns dos mistérios que estão envolvidos na Chapada Diamantina 
 

Agartha

 
 
O turismo ficou ainda mais forte quando os estudiosos do misticismo começaram a apontar a Chapada Diamantina como um dos sete locais do mundo que possuem uma entrada para Agartha, reino lendário que ficaria no subterrâneo, próximo ao centro da Terra e lar de Melquisedec, um ser com poderes fantásticos, intitulado “Rei do Mundo” que aparece em escritos antigos de diversas culturas, e segundo a lenda acompanha a Humanidade desde o seu inicio e auxilia na evolução gradual que ela sofre. 
Basicamente é um lugar parecido com o que foi mostrado no filme viajem ao centro da Terra, algo realmente inacreditável e espetacular, como se você estivesse em um outro planeta com animais, criaturas e ambientes bem diferentes dos habituais .... !
 Muitos relacionam Agartha com Shamballa, cidade que muitas vezes é citada como localizada em outra dimensão e às vezes localizada no mundo intraterreno. 
 
 
 
"Na mitologia Grega vemos que:  “Quando Zeus destronou Cronos, seu pai, Cronos encontrou um refúgio nas profundezas da Terra, onde os Titãs e Hecatônquiros também estavam escondidos”.
 

Cidade Fantasma 

 
 
Igatu, uma cidade fantasma localizada na Chapada Diamantina, já teve 15 mil habitantes no auge da exploração das pedras preciosas, hoje não chega a ter 300. As ruínas são alvo de eventos fora do comum e totalmente paranormais . Dizem que constantemente é possível ver  luzes que rodeiam o pequeno vilarejo . E durante a noite vultos são muito relatados percorrendo as ruas vazias de um lado para o outro ! Quase como se habitantes que não sabem que morreram ainda estivessem por lá vagando .
 
 
As casas habitadas pelos antigos garimpeiros foram construídas a partir de pedras, muito abundantes no local, e em muitos casos sem o uso de argamassa, de maneira semelhante ao que podia ser visto em construções Incas. Tal fato pode ter sido responsável pelo apelido dado ao local: A Machu Picchu brasileira.
 
Mas com seu abandono a cidade ficou ainda mais sombria e assustadora. Com construções desabadas, e outras caindo aos pedaços . Ficando apenas de pé algumas paredes de pedra que lembram um vilarejo. 
 

Manuscritos 512

 
 
 Outra interessante história a respeito desse misterioso local tem haver com os Manuscritos 512, que são um documento que relata uma exploração iniciada em 1753 ao interior da região nordeste tendo como líderes Francisco Raposo e João Silva Guimarães. O documento aponta para a descoberta de uma cidade rica em ouro. De acordo com dados contidos nesse documento acredita-se que essa cidade perdida se localiza na região da Chapada Diamantina, há que acredite que essa cidade poderia ser Igatu. 
 
O manuscrito 512 é um grande mistério tupiniquim. Na Biblioteca Nacional-RJ, encontra-se o documento que representa um dos maiores enigmas arqueológicos do Brasil. Trata-se do Manuscrito 512, que contém o relato de um grupo de bandeirantes que encontrou em meados do século XVIII as ruínas de uma misteriosa cidade perdida .
Francisco Raposo buscava as fantasmagóricas minas de ouro e de prata de Muribeca, cuja localização física era desconhecida. 
 
 Passagem da antiga descrição :
 
"Exploramos a zona e nos demos conta de que estávamos entrando em uma cidade antiga, desabitada. Caminhávamos entre as ruínas da cidade e observávamos emocionados essas casas destruídas pensando que em um passado longínquo deveram haver estado ferventes de atividade.
 
Na entrada havia três arcos. O central estava muito mais acima que os dois laterais e tinha alguns signos desconhecidos gravados na pedra.
 
Logo nos adentramos nas ruínas da cidade, mas não encontramos nenhum sinal de presença humana recente. Tudo estava abandonado desde havia séculos ou quiçá milênios. No centro da cidadela havia uma praça com a estátua de um homem que indicava o norte. A um lado da praça havia um grande edifício em ruínas. Pelo aspecto exterior, parecia ser um grande templo destruído por um devastador terremoto. Em frente à praça principal fluía um grande rio, enquanto que do outro lado do curso de água havia campos com grandes quantidades de animais: pássaros e corços, aos quais estranhamente nossa presença não assustava.
Navegamos pelo rio durante três dias e encontramos várias pedras onde estavam incisos estranhos signos, parecidos aos do arco da entrada da cidade. Encontrávamo-nos na zona das minas, já que era fácil ver grandes pepitas de ouro nas margens do rio."
 
Alvo de muitas controvérsias, o documento ainda gera muitas especulações. Não se sabe ao certo a origem da cidade descrita no manuscrito, ou sua localização e quem foram seus habitantes, nem o seu fim. 
 

Alguns Relatos 

 
Muitos dos habitantes sentiam muito medo, boa parte devido as terríveis lendas que são passadas de geração em geração sobre misteriosos acontecimentos no local . Falam que mesmo no século XIX, quando iniciou a exploração das pedras preciosas e a cidade estava cheia, os casos de desaparecimentos já eram comuns. As “luzes” adentravam as estreitas ruas e levavam as pessoas das suas casas, e nunca mais eram vistos .
 
 
Muitos desses desaparecimentos, e inúmeras historias assombrosas, acabaram atraindo bastante curiosos atrás de emoções nas áreas da Chapada Diamantina . E muitos turistas voltam para casa com historias e avistamentos incríveis relacionadas a atividades paranormais e até ufológicas . 
 

Casos Ufologicos 

 
 
 Na região da Chapada Diamantina, onde o primeiro registro ufológico que temos conhecimento foi no ano de 1882. Trata-se de uma ocorrência descrita no livro do autor Baiano M.M Freitas, de título ¨Estradas e Cardos¨. Onde ele narra que em certa noite, um estranho objeto colorido foi visto por ele voando sobre as montanhas ao redor de Mucugê. Naquela época não se falava em OVNIS, devido a isso o escritor ficou perturbado sem poder entender a sua experiência. Ele presenciou a aparição de um OVNI, mas a chamou de ilusão de ótica após não ter conseguido compreender o fenômeno. 
 
 
Mucugê é uma região de forte atividade Ufológica, assim afirma também o Artista Plástico morador de Lençóis conhecido por Jiovaldo Chaves. Ele relata que as cidades de Lençóis, Mucugê e Morro do Chapéu, são os locais onde ocorrem fenômenos Ufológicos com maior frequência. Jiovaldo Chaves de Araújo, possuía 64 anos no momento em que relatou a sua experiência a uma publicação que aborda o tema chamada Revista UFO. Ele revelou que já presenciou uma quantidade considerável de fenômenos Ufológicos na região. Ele conta que as luzes variam de cor,  podem ser azuis, vermelhas, brancas, cintilantes ou fixas como o farol de um veiculo .
 
 
Uma das suas experiências mais marcantes, ocorreu enquanto ele estava na presença de mais duas testemunhas em meados do ano de 1997. Ele e as demais testemunhas chamadas Eraldo e Roque, seguiam em direção a rodoviária da cidade de lençóis. Subitamente ao olharem para cima, puderam observar uma luz de cor azul que se aproximava silenciosamente. Eram mais ou menos 19:00 horas da noite quando isso aconteceu, uma das testemunhas chamada Eraldo com medo fez alguns barulhos e a luz se distanciou até desaparecer parecendo ter ouvido as testemunhas.
 
 
Outra testemunha dessas experiências Ufológicas que não teve seu nome identificado na companhia de outros moradores de Lençóis, fez uma vigília no alto da cidade onde ficam as antenas. Nessa ocasião, ele afirma que caiu com a sua máquina fotográfica no chão ao tentar fotografar um OVNI. As testemunhas que o acompanhavam, saíram correndo e o deixaram sozinho no meio da vegetação quando viram o objeto. Devido a isso, ele tentou acompanha-los e veio a sofrer esse incidente que ocasionou na sua queda. Essa ocorrência chegou ao conhecimento da Revista UFO, a maior publicação sobre o tema no Brasil. Ela disponibilizou um artigo sobre o caso na sua revista de edição número 66.