Descrições reais de alienígenas em alguns textos antigos

05/09/2017 16:38

Se você acha que nunca fomos visitados por extraterrestres, esses textos abaixo sem sombra de duvida vão fazer você pensar diferente sobre o assunto: "Ele, o predileto de Indra, entrou no palácio divino e viu milhares de veículos voadores para os deuses, uns postos de lado, outros em movimento"

 
 
É dito no Corão, na sourate 17 intitulada "A Viagem Noturna", que o profeta Maomé é transportado de Meca a Jerusalém na mesma noite, pelo "cavalo voador". É importante compreender que não se trata literalmente de um cavalo que voa, mas sim, de uma analogia à uma máquina voadora. 
 
No livro Memórias dos Soberanos e dos Reis, publicado no século três, é descrito como na China, no terceiro milênio antes de Cristo, "os filhos vindos do céu" desceram à Terra numa "estrela" – analogia à uma nave luminosa – em forma de molheira (vasilha para servir molhos).
 
Nos escritos sagrados taoístas, há descrições surpreendentes de meios de locomoção usados pelos filhos vindos do céu. Cada descrição ilustra esses meios utilizando a imagem de um animal, muito possivelmente porque as palavras necessárias à sua descrição não existiam. Deste modo, utilizaram analogias ou associações para descreverem as aeronaves. 
 
O próprio termo que usamos atualmente, disco voador, é uma analogia para descrever as naves extraterrestres. Chamamos de disco porque fazemos uma associação em relação ao seu formato. Antigamente, os povos faziam o mesmo, só que com termos ou nomes referentes àquela época. 
 
Veículo incríveis rasgavam os céus da Índia antiga e produziam batalhas colossais no firmamento
 
 
Só o fato de lermos nos textos antigos que os deuses se locomoviam em veículos voadores nos dá a prova da origem extraterrena destes seres, afinal, seres vindos dos céus em veículos voadores só poderiam ser realmente seres extraterrestres, vindos do espaço.
 
No Egito, Akhenaton – também conhecido por Amenófis IV – antecessor de Tutancâmon, em seu canto realizado para o deus Aton, é possível ler a seguinte descrição:
 
 "... e assim ocorreu que, (...) em pleno dia, seus olhos avistaram um disco brilhante (nave luminosa) pousado sobre uma rocha, e o mesmo pulsava como o coração do faraó, e seu brilho era como o ouro e a púrpura."
 
Nesse canto, no Hino III, o faraó continua a narração dizendo:
 
 "...oh!, disco solar que com teu brilho ofuscante pulsas como um coração e minha vontade parece tua. Oh!, disco de fogo (nave luminosa) que me iluminas e teu brilho e a tua sabedoria são superiores à do Sol"
 
Em 1500 a.C., um registro egípcio nos conta que rodas ou discos de fogo são vistos planando sobre o palácio do faraó Tutmosis III. Na China, há registros de naves que eram denominadas de Fei-Chi, que quer dizer máquina que voa, e que eram utilizadas tanto pelos seres vindos dos céus como pelos homens. 
 
Nos textos indianos podemos, de forma impressionante, ler os seguintes relatos: 
 
"Ele, o predileto de Indra, entrou no palácio divino e viu milhares de veículos voadores para os deuses, uns postos de lado, outros em movimento". (Vana–Parna 43, 7– 12)
 
"Os grupos de marut chegaram em veículos aéreos divinos, e Matali, depois de ter falado desta maneira, levou-me (Arjuna) na sua carruagem voadora e mostrou-me os outros veículos aéreos". (Vana–Parna 168, 10– 11) 
 
"E os deuses em carros transportados em nuvens vieram ver o belo espetáculo... Deslumbrantes carros celestes em grande número atravessavam o céu sem nuvens..." (Mahabharata I, 4)
 
"Brilhantes imortais vestidos de luz solar atravessavam o céu líquido e seus carros deslumbrantes correndo em nuvens pousavam nas altas torres. (Mahabharata III, 2) 

 

Fonte