Chuva de Sangue

28/07/2014 10:48

 

Vários países escandinavos testemunharam esta semana um fenômeno meteorológico raro conhecido como “chuva de sangue”. Também chamado de “chuva vermelha”, esse tipo de precipitação atmosférica já foi vista em outra parte do mundo, quase sempre causando pânico entre os moradores dos locais atingidos.
Foi observado pela primeira vez na narrativa da Ilíada, de Homero, no século 8 a. C. Há menções também em textos do século 12, do escritor Geoffrey de Monmouth, que popularizou a lenda do Rei Arthur. Até o século 17 acreditava-se que as gotas vermelhas de chuva eram sangue de verdade e, portanto, um mau presságio.  Para alguns trata-se de um sinal apocalíptico.
O Instituto Meteorológico da Suécia (SMHI) explica que o fenômeno não é perigoso e pode apenas deixar manchas avermelhadas. Afinal, são gotas de água normal que, segundo os cientistas, de algum modo acumulam a poeira e partículas da areia do deserto do Saara. Os especialistas explicam que a poeira vermelha é gerada após sucessivas tempestades de areia no deserto que, apesar de ocorrerem a cerca de 2 mil quilômetros de distância, levantam minúsculas partículas que são levadas pelo vento para outras regiões.
No sábado e no domingo nuvens vermelhas passaram sobre Dinamarca e o sul da Suécia. De acordo com Joakim Langner, do Instituto SMHI, a “chuva de sangue” ocorre a cada cinco anos na Suécia, embora seja mais comum na primavera.
Embora seja ainda mais rara no Reino Unido, as nuvens de chuva avermelhada chegaram à Grã-Bretanha junto com uma massa de ar quente vinda da África.  Isso deve fazer com que as temperaturas na região cheguem a 20º C nesses dias, algo bem incomum para o meio do outono. Meteorologistas britânicos afirmam que este ano o clima no país foi marcado por temperaturas e fenômenos meteorológicos atípicos, evidenciando as transformações do clima no planeta.
Essa “chuva de sangue” é mais comum em países do sul da Europa, como Espanha, Itália, Portugal e sul da França, que ficam mais próximos do Saara.
Algumas chuvas foram analizadas , encontrando celulas alienigenas, mas nada foi dito a respeito ...(veja mais a baixo)

Chuva alienígena pode conter evidências de vida extraterrestre

 

Cientista afirma ter identificado organismos unicelulares que teriam chegado à Terra graças à explosão de um meteoro

Em 2001, o estado de Kerala, localizado no sul da Índia, foi palco de um evento climático bem bizarro. Durante cerca de dois meses, a região foi atingida por chuvas torrenciais com uma estranha coloração vermelha — fato que deixou muitos cientistas intrigados —, e estudos recentes vem gerando bastante controvérsia.

Segundo o The Huffington Post, em um primeiro momento acreditava-se que a cor era resultado da presença de esporos e até partículas de poeira. No entanto, análises mais detalhadas revelaram outra história. De acordo com Godfrey Louis — físico que vive em Kerala e conduziu estudos com as gotas —, ao contrário das características comuns observadas em partículas de poeira, o material encontrado na água tem formato irregular e é transparente.

Além disso, as partículas de Kerala parecem estar vivas e apresentam algumas semelhanças com células sanguíneas. Mais curioso ainda, pesquisadores de um laboratório no Sri Lanka descobriram que, apesar de os tais esporos estarem se replicando, não existe qualquer sinal de DNA nessas células. E a coisa não termina por aí!

Carona meteórica

Na época em que as chuvas ocorreram, um relatório oficial chegou a atribuir a coloração avermelhada à explosão de um meteoro que atingiu a região de Kerala uma semana antes do início das tempestades. Segundo Godfrey Louis, os esporos estavam na rocha espacial, e as análises que ele realizou apontaram que as células extraterrestres continuaram a se replicar, mesmo a temperaturas superiores aos 300° C. Parece papo de cientista maluco, não é mesmo?

No entanto, ainda de acordo com o The Huffington Post, outros cientistas afirmam que a teoria apresentada por Louis não é apenas plausível, mas provável também, já que cerca de 100 toneladas de rochas espaciais atingem o nosso planeta todos os dias. Assim, quem garante que microrganismos provenientes do espaço não cheguem à Terra de carona em meteoros?

Panspermia

Os pesquisadores também mencionaram a descoberta de minúsculos fósseis no interior de um meteorito encontrado no Sri Lanka no final do ano passado, o que reforça a teoria conhecida como panspermia, ou seja, que as primeiras formas de vida chegaram ao nosso planeta por meio de impactos de asteroides e meteoritos. E, como era de se esperar, essas afirmações vem causando bastante polêmica.

 

Outro estudo relacionado com a “chuva alienígena” revelou que as células presentes nela poderiam representar um risco para a Terra. Análises detectaram uma alta concentração de urânio nas camadas mais externas dos organismos unicelulares, resultado que acabou tirando um pouco o “brilho” sobre a possível descoberta de vida extraterrestre. Essa história ainda vai dar o que falar, e até que a comprovação final seja apresentada.

 

Fonte : http://publicadosbrasil.blogspot.com.br/2013/09/chuva-alienigena-pode-conter-evidencias.html