Caso Lonnie Zamora

06/09/2015 14:52
 
 

O Caso Zamora é um dos mais conhecidos casos de pouso de disco voador ocorrido nos Estados Unidos. A testemunha, Lonnie Zamora, era policial rodoviário e perseguia um fugitivo quando avistou o objeto e o seguiu até o local do pouso

 
 
Infrator
 
Lonnie Zamora, então policial com 31 anos, notou um automóvel que atravessou a cidade em alta velocidade indo na direção sul. No mesmo instante, um casal com três filhos observou um objeto voador oviforme, aparentemente de alumínio ou magnésio, sobrevoando a uma baixa altura. O motorista ainda havia xingado o piloto. Então, foi ultrapassado por um automóvel policial e comentou que, eventualmente, aquele carro estaria perseguindo o “piloto infrator de regras de trânsito”. Ele parou em um posto de gasolina e comentou daquele piloto sem escrúpulos. Contou o caso ao dono do posto, Opal Grinder, e seu filho, Jimmy, dando detalhes do estranho avião.
 
Nesse mesmo momento, Zamora se encontrava na zona sul da cidade, postado na entrada de uma rua sem saída, esperando pelo então infrator. De repente, ele ouviu um ruído uivante, acompanhado de um brilho azul, muito claro, aparentemente oriundo de uma garganta situada em uma zona desabitada, a oeste, a uns 900 metros da cidade.
 
 
Na Garganta
 
Posteriormente, Zamora lembrou-se de ter visto uma nuvem de poeira subir, que o fez pensar na explosão de um depósito de dinamite. Como policial consciencioso, quis certificar-se da ocorrência e, por uma estrada emburacada, dirigiu-se para a colina mais próxima, a fim de observar toda a região. A uns 650 metros, viu no fundo de uma garganta um objeto branco, que, à distância se assemelhava a um carro, virado sobre o radiador; ao lado estavam duas pequenas figuras que se movimentavam.
 
“Tudo quanto pude distinguir foram dois “macacões” brancos, ao lado do objeto de cerca de 1,20m de altura“, disse Zamora.
 
Comunicando pelo rádio a ocorrência, Zamora dirigiu-se à garganta. Por revés, ao passar por uma baixada perdeu o objeto de vista. Prosseguiu e parou seu carro acima da garganta, a uns 30 metros do objeto e desceu. O objeto se encontrava no fundo da garganta, a cerca de 7 metros e as duas figuras haviam desaparecido de sua visão. Aproximado-se do objeto, Zamora relatou que se tratava de um “objeto oviforme, de cor prateada, sem janelas. Estava parado sobre um trem de pouso de cerca de 1,20m de altura, de seis pernas, e era do tamanho de um automóvel“.
 
 
O Emblema
 
No entanto o silêncio foi interrompido repentinamente por um ruído infernal provido do objeto. Zamora, desesperado, se afastou procurando se refugiar entre a vegetação. Ao olhar para trás, observou que o objeto subia verticalmente. Se atirando no chão, Zamora cobriu a cabeça com ambas as mãos e aguardou ansiosamente. Passados alguns segundos, que pareciam uma eternidade, ele notou que nada acontecia e arriscou dar uma espiada cautelosa em direção ao OVNI. Para sua grande surpresa, viu que o objeto pairava a uns 7 metros acima do solo em absoluto silêncio. Zamora ainda pode distinguir um emblema de cor vermelho, de aproximadamente 30cm de altura, que mostrava uma lua crescente, com uma seta vertical no meio e um traço horizontal, abaixo. O objeto então voou sobre a garganta em direção ao sul e desapareceu.
 
O rádio
 
Voltando correndo para o automóvel, Zamora tentou por diversas vezes comunicar-se com a central de serviço, porém o rádio emudecera e levou um bom tempo para tornar a funcionar. O sargento Chávez, da polícia estadual, se dirigiu para ajudar Zamora.
 
 
Segundo o sargento, Zamora estava um tanto quanto fora de si. Na garganta um arbusto havia se incendiado, no solo havia impressões distintas sendo que quatro delas formando uma espécie de losango, medindo 25x45cm, e duas impressões redondas, dispostas a intervalos de alguns cm.
 
Cháves comunicou a ocorrência às Forças Armadas que mandaram especialistas ao local, dentre eles, Prof. Allen Hynek.
 
Além daquela família, duas outras pessoas avistaram o OVNI: Paul Kies e Larry Kratzer, de Dubuque, Iowa, que viajavam a mais ou menos 1,5 km do local da ocorrência.
 
Acobertamento
 
O serviço secreto e o FBI, representado pelo agente J. Arthur Byrnes Jr., também trataram do caso (!), como não poderia deixar de ser. Zamora foi instruído para não mencionar o incidente e mantê-lo em segredo, principalmente quanto ao detalhe das duas figuras de branco e do emblema. Ao ser indagado a respeito, o policial, conhecido como absolutamente sério e cônscio dos seus deveres, limitou-se a responder: “Bem que eu gostaria de saber o que foi. Mas nada sei, além de ter visto o objeto. E é só.”
 
A Força Aérea continuou em suas pesquisas, mas jamais chegou a esclarecer o caso, apesar de suas intensas e minuciosas investigações.

 

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