Incompreensível : Anomalia egípcia que misteriosamente levou a vida de diversas pessoas...

19/05/2017 16:32

 

 

As lendas e mitos que cercam as Pirâmides do Egito atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso da antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com as escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.
 
Este faraó era o lendário Tutancamon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos banhados em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria á todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. 
 
Porem, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que o mal realmente atingiu aqueles que ignoraram o aviso?
 

A Maldição de Tutancamon

 
Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu aventurar-se na região do Vale dos Reis à procura de artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por volta de 1916, a equipe liderada pelo pesquisador tentou encontrar algum tesouro arqueológico entre varias escavações - muitas delas inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar nada de muito valor enterrado naquela região.
 
Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Mas isso foi apenas o começo... Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que a escada se tratava de um acesso secreto a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.
 
 
A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois de vencer o obstáculo, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos e um trono revestido em ouro. Nessa sala havia uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.
 
Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos do local e lançar varios entulhos na escadaria.. Curiosamente um pouco depois da descoberta da escadaria, o canário de Carter foi misteriosamente comido por uma cobra - talvez o primeiro sinal de algo fosse dar muito errado.
 
 
Meses depois, Carter levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, os especialistas retiraram e catalogaram todos os objetos. Só que, dessa vez, o segundo cômodo foi aberto, e lá encontraram uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.
 
Em quase três meses de trabalho, foram removidas outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu-se um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover a tampa de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas. Depois disso, duas novas camadas de máscaras foram retiradas do interior do sarcófago.
 
Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancamon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, ninguem esperava pelo que estavá pretes a acontecer....
 
 

As mortes começaram

 
Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um inexplicável enfarte fulminante.
 
 Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma 'funesta coincidência' se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.
 
Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancamon morreram em condições misteriosas.....
 
Durante o século XX, o 'barulho' causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Porem um grande mistério ainda encobre esse episódio.