A Bíblia revela a existência de extraterrestres - Aparições extraterrestres na Bíblia....

11/09/2017 09:23

A Bíblia contém relatos e descrições de aeronaves incríveis e impossíveis que foram utilizadas pelos deuses.

 
 
É justamente neste ponto onde a religião se mistura com fenômenos extraterrestres, hoje em dia as atividades alienígenas estão tão inseridas em um contexto religioso que fica difícil identificar onde acaba um e começa o outro.
 
A Bíblia é um registro histórico que nos conta sobre a atividade de extraterrestres no Oriente Médio, assim como também podemos perceber suas atividades nos textos indianos, chineses, sumérios e nos demais espalhados pelo planeta. Como os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores tal como podemos hoje, surgiram na Bíblia expressões do tipo carruagem de fogo, carro de fogo, roda de fogo, coluna de fogo, etc, que foram termos utilizados pelos profetas para descreverem as naves extraterrestres. 
 
Como, por exemplo, na expressão carruagem de fogo. Por que carruagem? Talvez porque o único transporte que eles tinham como referência era a carruagem puxada por cavalos, então a forma mais adequada que ele encontrou para descrever o meio de transporte desconhecido, era fazendo uma referência a um meio de transporte que ele já conhecesse, no caso a carruagem. Agora por quê carro de fogo? 
 
Levando em consideração que o único sistema de iluminação daquela época era o fogo, de que outra forma ele descreveria um veículo luminoso a não ser carro de fogo? É importante destacar também que as luzes de muitos discos voadores possuem uma cor característica que é o laranja avermelhado. Isso também ajudaria a ter uma idéia de fogo.
 
Na Bíblia também há muitas descrições de nuvens misteriosas e que eram chamadas pelos hebreus de "a Glória de YHWH". Essa nuvem relacionada à imagem está contida em quase toda a Bíblia. É curioso notar isto pois muitas das aparições de YHWH sempre são descritas pelos profetas em meio a nuvens, muitas vezes luminosas. Creio ser digno de uma boa observação, pois uma nuvem tendo vontade própria e exercendo funções seria um tanto diferente. Esta nuvem interpretada pelos profetas como a glória de Javé, seria na verdade um artifício criado pelos extraterrestres ou ainda o resultado dos propulsores da nave. 
 
 
Em Êxodo 14, 19-20, no momento da travessia do Mar Vermelho, o exército do Faraó e os filhos de Israel foram acompanhados por dois objetos voadores, como está descrito na seguinte passagem: "O anjo de Deus, que ia a frente do exército de Israel, se retirou para ficar na retaguarda. A coluna de nuvem também se retirou da frente deles e se colocou atrás, ficando entre o acampamento dos egípcios e o acampamento de Israel". Desta vez, os objetos voadores estão representados através da analogia "anjo de Deus" que talvez poderia estar se referindo a uma nave luminosa e "coluna de nuvem" que poderia ser uma nave coberta por fumaça, provavelmente, resultado dos seus propulsores.
 
Em Êxodo 40, 34-38, novamente temos a presença deste objeto voador, mas aqui com uma analogia à Glória de Javé: "Então a nuvem cobriu a tenda da reunião, e a glória de Iahweh encheu o santuário. Moisés não pôde entrar na tenda da reunião, porque a nuvem tinha pousado sobre ela e a glória de Iahweh enchia o santuário. Em todas as etapas da viagem, os filhos de Israel punham-se em movimento sempre que a nuvem se elevava acima do santuário. Mas se a nuvem não se elevava, também eles não partiam, (...). De dia, a nuvem de Iahweh pousava sobre o santuário, e de noite, dentro dele havia um fogo, que era visto por toda a casa de Israel, durante todo o tempo da viagem". 
 
Essa passagem descreve muito provavelmente o pouso de um um veículo aéreo sobre a tenda da reunião dos hebreus. Esta nuvem exercia o papel de guia para o povo hebreu até seu destino. Quando ela pousava, o povo descansava, e quando ela se elevava, os hebreus a seguiam. Uma nuvem com tal capacidade não seria simplesmente uma nuvem. Uma nuvem que parece responder a comandos e que se movimenta de forma não aleatória mas sim inteligente – desce, se eleva e segue um determinado rumo – claramente nos remete a um veículo aéreo sendo comandado por alguém. E à noite a nave iluminada ajudava a visão dos hebreus durante a viagem: "De dia, a nuvem de Iahweh pousava sobre o santuário, e de noite, dentro dele havia um fogo, que era visto por toda a casa de Israel, durante todo o tempo da viagem". 
 
Além do resultado dos propulsores, estas nuvens ou colunas de nuvens seriam na verdade uma analogia associada às características de movimento do objeto. Em Jeremias 4, 13, descreve-se um carro voador dizendo que ele se levanta como nuvens. Este talvez seja o motivo pelo qual os profetas relatavam coluna de nuvens, uma descrição metafórica dos carros voadores que se elevavam como nuvens. E por isso nomeavam estes veículos voadores de nuvens. 
 
Em Reis 6, 15-17, vemos a aparição de vários carros de fogo – naves luminosas: "No dia seguinte, Eliseu levantou–se bem cedo e saiu. E eis que um batalhão cercava a cidade com cavalos e carros! Seu servo lhe disse: 'Ai, meu senhor, como vamos fazer?' 'Não tenhas medo', respondeu, 'pois são mais numerosos os que estão conosco que os que estão com eles'. Eliseu orou dizendo: 'Iahweh abre seus olhos para que veja!' Iahweh abriu os olhos do servo e ele viu a montanha coberta de cavalos e carros de fogo em torno de Eliseu". 
 
É interessante observarmos que Eliseu foi encurralado na cidade por cavalos e carros, diferente dos cavalos e carros de fogo que estavam ao lado de Eliseu. A cidade estava cercada por carros a cavalos comuns. Contudo, não estava juntamente com um exército de cavalaria. Ele contava apenas com a companhia de seu servo. 
 
Sem dúvida estes carros de fogo que cobriam a montanha em torno dele não eram carros terrestres chefiados por Eliseu. Eram veículos aéreos e luminosos que foram enviados em auxílio de Eliseu. Há um trecho onde um destes mesmos carros de fogo havia anteriormente arrebatado – abduzido – Elias misteriosamente, conforme está em Reis, 2, 11–14: "E, enquanto estavam andando e conversando [Elias e Eliseu], apareceu um carro de fogo com cavalos de fogo, que os separou um do outro. E Elias subiu ao céu no redemoinho". Portanto, estes carros de fogo não eram de origem terrestre e nem poderiam, eram veículos voadores.
 
 
 
No segundo livro de Macabeus 5, 1–4, vemos a descrição de uma misteriosa e intrigante guerra aérea: "Nesse tempo, Antíoco preparava sua segunda expedição contra o Egito. Aconteceu então que, durante quase quarenta dias, começaram a aparecer no ar, pela cidade inteira, cavaleiros vestidos de ouro, armados de lanças, organizados em pelotões e empunhando espadas. Viam–se brigadas de cavalaria em linha cerrada, ataques e contra–ataques de um lado e do outro, movimento de escudos, multidões de lanças, lançamentos de projéteis, faiscar de adornos dourados e todo tipo de couraças. Todos pediam para que essa aparição fosse de bom agouro". Cavaleiros armados lutando no céu? 
 
O segundo livro de Macabeus narra os acontecimentos que ocorreram na Judéia entre os anos de 175 e 161 a.C. Portanto nesta época não existia nenhum tipo de veículo aéreo terrestre. Isto descarta a possibilidade de que era uma luta entre os povos, até porque estes, estavam tomados de pavor por não saberem o que estava acontecendo, como nos mostra este trecho: "Todos pediam para que essa aparição fosse de bom agouro". Então quem seriam esses cavaleiros dourados que lutavam no céu? 
 
Há outras descrições de veículos aéreos, como em: 
 
Números 12, 4–5: "Subitamente disse Javé a Moisés, a Aarão e a Maria: 'Vinde, todos os três, à Tenda da Reunião'. Todos os três foram e Javé desceu numa coluna de nuvem e se deteve à entrada da Tenda". 
 
Êxodo, l6, 10: "Ora, quando Aarão falava a toda comunidade dos filhos de Israel, olharam para o deserto, e eis que a glória de Javé apareceu na nuvem". 
 
Isaías 66, 15: "Com efeito Javé virá no fogo, com os seus carros de guerra, como um furacão (...)" 
 
Zacarias 6, 1: "Levantei novamente os olhos e vi: Eis quatro carros que saíam dentre duas montanhas, e as montanhas eram montanhas de bronze". Obviamente não se trata de que as montanhas eram literalmente de bronze, mas poderia ser muito bem uma base aérea destes "carros voadores". 
 
Jeremias 4, 13: "Eis que ele se levanta como nuvens, seus carros são como um furacão, seus cavalos são mais velozes do que águias". É difícil de entender por quê a descrição de um carro que "se levanta como nuvens" e são "mais velozes do que águias" não pode ser o testemunho de um real veículo aéreo. 
 
Os hebreus, tão acostumados a ver cavalos com carros – por ser o meio de transporte da época – certamente que para se referir aos veículos aéreos fizeram uma associação, uma analogia com o veículo de sua época, carros com cavalos, sendo desta forma que descreveram as naves. Eles descrevem estes cavalos e carros de fogo de forma diferente dos comuns carros puxados por cavalos, eles se elevam como nuvens, são como um furacão – talvez uma referência ao barulho emitido pelos propulsores – e são extremamente velozes, comparando-os com uma águia – única referência de velocidade que teriam. É evidente que em nossa cultura atual, usamos o termo nave pois possuímos naves aéreas e espaciais.